quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

PERFIL MUNDIAL DOS SOLOSSEXUAIS

Prometi, e como promessa é dívida, vou fazer uma análise dos números do perfil mundial de punheteiros relativo somente aos solossexuais. 

Como dito na postagem anterior, 4,2% dos punheteiros cadastrados em sites voltados ao tema se dizem solossexuais. Solossexual aqui é entendido como a pessoa que não mantém relação sexual com outras pessoas, independente de já ter tido relações no passado. Desses, 83,12% nunca tiveram nenhuma relação sexual, enquanto 16,88% já transaram ao menos uma vez. Ou seja, é mais fácil alguém que nunca transou continuar sem transar, do que alguém que já transou, parar de ter relações sexuais. 

Complementando esses dados, podemos fazer uma análise de acordo com o tamanho do pau dos solossexuais. No post anterior está evidenciado que a maioria dos solossexuais possuem pau médio e acima da média, seguidos por pau grande, pequeno e monster. Mas é importante lembrar que a maioria dos punheteiros da pesquisa (aproximadamente 81%) possuem um pau médio ou acima da média, enquanto aproximadamente 15% possuem pau grande ou monster, e menos de 4% tem pau pequeno. Então é óbvio que, em números absolutos, a maioria dos solossexuais possuirá pau médio ou acima da média. 

Mas, e se normalizarmos esses dados, ou seja, considerar que o número de caras de pau pequeno é exatamente igual ao de caras com pau médio, pau acima da média, grande ou monster? Aqui gastei um pouco do meu conhecimento de estatística (sou engenheiro de formação, mas nunca pensei em fundar a engenharia da punheta kkk). E o melhor, depois de normalizarmos, cruzarmos os dados do tamanho das picas com as orientações de cada um. Sim, é possível e os dados são até surpreendentes. 

Com essa análise proporcional é possível obter padrões claros de orientação. A frequência de solossexuais é maior no grupo de pau pequeno (menor que 11 cm duro). Já o grupo de maior frequência após os de pau pequeno são os paus monster (maior que 21 cm). As tendências seguem com os caras de pau médio, grande e acima da média. A questão que surge aqui é: por que os caras de pau pequeno e pau monster, tão extremos, apresentam a maior concentração relativa entre os solossexuais?

Primeiro, os piroquinhas. Todo mundo sabe que o tamanho do pau ronda o imaginário masculino, e muitos, muitos homens gostariam de ter o pau maior do que tem. Aliás, a maioria esmagadora exagera na hora de falar o tamanho. Não é incomum o cara dizer que tem 20 cm de pica enquanto na verdade tem 17 cm, por exemplo. Eu mesmo já exagerei muito, aproveitei a grossura pra dizer que tinha 17 cm, mas hoje já sou bem resolvido com isso e não me importo de ter um pau médio que não chega a 13 cm. Mas a questão é que muitos caras de pau pequeno acabam tendo mais problemas de aceitação e vergonha, e com isso acabam muitas vezes não tendo relações sexuais por esse motivo. Importante dizer que dos solossexuais virgens, pouco mais de 98% possui pau pequeno. Resumindo, 98% dos solossexuais cabaço são piquinha. Quanto mais o tempo passa, mais difícil se torna a perda da virgindade, e chega uma hora que a solossexualidade se torna uma realidade. Acreditem, para um homem de 20 e tantos anos assumir ser virgem não é nada tranquilo. 

Agora, os cavaludos, os monstros com uma jeba acima de 21 cm. Por que tanta frequência entre os solossexuais? As explicações podem estar na dificuldade de arrumar parceiros para aguentar uma piroca deste tamanho, o que leva aos monsters preferir punhetar do que passar raiva comendo alguém. Importante dizer que depois dos piquinhas, está entre os monsters o maior percentual de cabaços. 

Indo mais a fundo, várias justificativas podem surgir para a solossexualidade, fato é que ninguém inicia sua vida sexual pensando em viver só de punheta. A solossexualidade acontece, muitas vezes, por imposição. Seja por vergonha de um pau pequeno, seja por um pau muito grande que não consegue ficar totalmente duro para comer alguém, seja até por questões como ejaculação precoce que faz homens preferirem ficar na punheta do que ter relações. Mas o mais importante é que, cedo ou tarde, aceitamos nossa condição de solossexuais e a vivemos inteiramente. Eu não preciso me preocupar com o tamanho do meu pau, ou de quão duro ele fica, ou quanto tempo ele leva para gozar, o que nos interessa é o quanto ele aguenta na punheta. 

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