"Sou um cara jovem de uma cidade do interior do Rio de Janeiro, perto da divisa com Minas Gerais. Sou bastante tímido e com pouco contato social. Uma vez, conversando com um cara na internet, acabei me abrindo pra ele (NOTA DO ADM: CUIDADO, NÃO FAÇAM ISSO COM QUALQUER PESSOA) e confessei pra ele que ainda era virgem. Disse que pra me aliviar eu batia muita punheta, e o cara zuou na amizade e continuamos trocando ideia. Ele é morador da cidade do Rio, e acabou rolando um convite para visitá-lo na cidade. Ele me buscaria na rodoviária pela manhã e me levaria de volta ao fim da tarde. Relutei pois nunca tive intenção de ter nada com homem, sempre me entendi heterossexual. Algumas outras tentativas, resolvi ceder, mas com uma condição: eu o encontraria na rodoviária e ficaríamos em um lugar movimentado. Inventei em casa que estava indo a trabalho e por ser uma cidade com pouca segurança ia deixar o monitoramento de celular ligado para que me localizassem sempre. Chegando no Rio, o cara me recepcionou na rodoviária e fomos conhecer algumas coisas na cidade, sempre movimentado. Até que, durante o almoço, ele tocou no assunto de punheta, fiquei sem graça, e ele informou que era punheteiro também, só não era virgem. Papo vai, papo vem, me chamou para ir ao apartamento dele. Bem, não falei, mas ele é bem menor do que eu, mas mesmo assim o medo me dominou e preferi não ir. Então ele me chamou para ir a um bar de pegação de homens no centro da cidade. Aceitei, e imaginei que iria deixar de ser virgem ali. Chegando lá, ficamos de cueca, ele me puxou pelo braço e ordenou (sim, ordenou) que punhetasse o pau dele. Ao me ver sem reação, falou bem firme com essas palavras que não esquecerei "anda punheteiro otário, pega na rola de um homem de verdade". Fiquei espantado e peguei na rola dele, dura e babando. "Soca". Soquei. E sem que eu percebesse outros caras foram chegando e observando, só notei a presença de todos quando o cara soltou: "virjão otário bom socador de punheta, fiquem na fila que ele soca pra vocês também". Me assustei, tirei a mão do pau dele, que logo pegou em meu queixo com força e ordenou que o punhetasse. De repente ele se levantou, colocou outro sentado em seu lugar, e me mandou punhetar. Ousado, o cara que eu estava punhetando puxou meu rosto para chupá-lo, mas pra minha sorte o camarada que me levou não deixou. "Você ainda não entendeu que tá aqui pra ser punheteira, putinha?". FIquei calado e continuei o trabalho. Punhetei 4 caras diferentes. Ao final, ele voltou a minha frente e me ordenou tirar seu leite. O punhetei por alguns minutos, até que ele gozou. Então fomos para o balcão pegar uma bebida, e ainda em silêncio, ouvi dele as palavras "punheta gostosa, você deveria fazer isso mais vezes". Fiquei reflexivo por alguns segundos e respondi: "mas sou heterossexual, te disse isso. Não curto homens". Agora, segue o diálogo:
"Não falei pra você transar com homens, falei pra você punhetar eles"
"Mas não curto fazer isso, não tenho tesão em pau"
"Então por que você ficou de pau duro?"
"Não sei, vi outros caras batendo punheta e me deu vontade de bater também"
"24 anos e virgem, é o máximo que você vai fazer, punhetar. Quero ver se você não gosta mesmo de pau, se tu não reagir agora te deixo quieto"
E tirou o pau pra fora ali mesmo, no balcão, e com o joelho sentiu meu pau endurecer dentro da cueca. E ordenou "pega meu pau agora". Relutei. "Pega meu pau agora ou te obrigo a mamar ele". Assustado, peguei, e punhetei ele, punhetei gostoso até ele gozar. Saímos dali e ele foi me levar até a rodoviária, no caminho, perguntou se eu queria passar a noite no Rio, me deixaria em um hotel. Ao dizer que não sabia, ele continuou "tiro a sua virgindade, quer?". Não sei como, mas respondi "não, mas quero bater punheta para você". Ele me deixou no hotel mas, antes, bati outra punheta nele. Agradeci e não nos vimos mais aquela noite. Já no quarto do hotel, o desejo me consumia, todas aquelas rolas punhetadas me deixaram com muito tesão. Criei coragem para uma coisa que nunca imaginei: procurei o contato de um garoto de programa na internet e o chamei ao hotel. Ao chegar, o pedi para ver a piroca, e fiz a coisa mais gostosa do mundo na piroca dele, toquei uma punheta até ele gozar. O levei a saída do hotel, o porteiro me olhou rindo de canto, não entendi na hora, mas logo depois percebi meu pau duro no short. Caminhei em direção ao elevador, mas ao olhar pra tras o percebi pegando na piroca. Voltei e perguntei se ele queria uma punheta. Ao ouvir que queria uma mamada, respondi que não, apenas a punheta. Ele aceitou e o punhetei, até sentir seu pau pulsar e gozar em minha mão. Subi para o quarto e vi minha mão cheia de porra, meu pau que já estava estourando de duro quase furou o short, não tive dúvidas, usei aquela porra para lubrificar meu pau e soquei a minha punheta. Pela manhã, lá estava o meu 'anfitrião' a me buscar para levar a rodoviária, e antes que eu falasse qualquer coisa, me perguntou o que fiz a noite. Respondi que nada, ele riu, disse de novo que eu ia ser virgem pra sempre, e falou que pensou na minha punheta a noite toda. Então contei a verdade, que havia punhetado mais dois caras, e que se ele quisesse eu o punhetaria de novo. Oferta aceita, o punhetei gostoso e, na hora de gozar, me pediu para abaixar e abrir a boca. Fiz com receio, mas a voz daquele homem era tão firme que eu só pensava em obedecê-lo. Então ele punhetou o próprio pau e leitou em minha boca. Com a boca cheia de porra e assustado, eu não sabia o que fazer. "engole, virjoca". Engoli. Saímos dali e fomos para a rodoviária. Nunca mais voltei à capital, tampouco punhetei outros caras e, claro, continuo um virjoca, como fui chamado. Desde então venho treinando em minha própria rola, para quando tiver a oportunidade, saciar os desejos de outros caras. Descobri que não sou heterossexual, nunca mais vi filme hétero na vida, somente caras se masturbando e sendo masturbados. O meu amigo (esse do post) me apresentou esse blog e mandou eu ler todas as postagens. Vou transcrever as mensagens de whatsapp dele aqui:
"Coé virjoca, olha esse blog aí. O dono é um otário virjão igual você, viciadão em punheta. Acompanha ele aí porque de punheta o mané entende. Igual tu."
E assim conheci o vida de masturbador, e entendi que esse é meu destino, ser um masturbador de pirocas.



Que história hein! Em poucas horas ele realizou o sonho de muita gente, inclusive o meu. Queria eu ter a sorte dele e masturbar outros machos assim como ele teve a oportunidade. Ainda mais, um cara que soube guiar muito bem como esse q ele encontrou na rodoviária. Fico meses vivendo somente da punheta, é dela que mais me alimento, me sinto um virjao assim. Chegam a rir da minha cara, fazer o que né rsrs
ResponderExcluirSeu amigo de Jacarepaguá