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CONHECENDO OS MASTURBADORES

Essa é uma pesquisa para que possamos nos conhecer um pouco mais, saber mais sobre nossa irmandade de masturbadores. Prometo estar sempre co...

terça-feira, 18 de junho de 2024

DICAS DE PUNHETA NA RUA

E-mail que recebi: "Mano, os últimos relatos do blog me deixaram galudão, tô cheio de vontade de sacar a piroca na rua e bater uma punheta, mas é foda que só fica na vontade, porque na hora a coragem não vem. Como faço pra conseguir socar o pauzão no meio da rua? É só botar o pau pra fora e bater?"

Resposta: sim, é só botar o pau pra fora e bater kkkkkk. Mas claro, precisa saber como fazer isso. Primeiro, é preciso saber de algum lugar onde você possa punhetar sem incomodar ninguém, sem se expor pra ninguém que não queira ver o que você está fazendo ali. Pra isso precisa ser um local com pouco movimento, iluminação baixa, em um horário propício (noite alta ou madrugada). Pode ser o banco de uma praça, ou atrás de algum caminhão ou ônibus que esteja estacionado, até um poste ou uma árvore. Os mais corajosos sentam na calçada e batem ali mesmo, mas aí precisa ficar atento para não ser pego e criar uma situação chata. Se for adepto de exibicionismo, o ideal é procurar locais onde rola pegação, pois as pessoas estão ali pra isso, mas, no meio da rua, jamais. 

E existe algum preparo? Estar com tesão. No seu caso, que tem vontade e falta coragem, a dica que dou é começar a bater em casa, brincar num edging bem forte e depois sair pra rua com a rola dura feito pedra, uma calça larga com uma cueca apertada que fica roçando a cabeça. Certeza que o tesão vai consumir e você precisará se aliviar. Mas atenção: punheta na rua é um caminho sem volta!



segunda-feira, 10 de junho de 2024

24 HORAS DE PUNHETA

Como eu havia dito, estava há meses me preparando pra um mega desafio: passar 24 horas em função de punheta. O dia não teria nada além de punheta e pornô. Para isso, escolhi um sábado, no caso, ontem. Então bati uma curta na sexta a noie e fui dormir cedo, antes das 20 horas, para que no dia seguinte eu estivesse bem. Fechei as janelas do meu quarto, puxei a cortina blecaute para ficar tudo escuro e deixei tudo preparado para quando acordasse: água, pão, cafeteira programada. Dormi bastante, para deixar o corpo bem relaxado, e acordei as 7:24 da manhã. Ao abrir os olhos, um recado na cabeceira da cama: HOJE VOCÊ SÓ PODE BATER PUNHETA! E assim fiz, meti a mão no meu caralho e comecei o desafio, contabilizando o tempo gasto. As 8:00 parei (um total de 36 minutos) liguei o computador para ver pornô e fui tomar meu café da manhã. 8:20 estava de volta a rotina, e fiquei nela até as 11 da manhã. Parei para preparar um almoço, mas pelado de pau duro, sendo alisado toda hora. No meio bati mais uma punheta de meia hora, e logo após almocei. Isso tudo vendo pornô, pois a punheta não podia sair da minha mente. Enquanto almoçava esfregava a cabeça do meu pau com a baba que escorria, e ao acabar de almoçar continuei vendo pornô e alisando a rola. As 14 horas voltei ao batente, e de forma intensa, cheguei várias vezes ao ponto de quase gozo, punhetando até as 18 horas. Quando vi que meu pau estava pronto pra gozar, fiquei apenas brincando nas bolas, aproveitei e coloquei uns vídeos de ballbusting maroto pra assistir enquanto curtia meu saco. De repente, sem perceber, estava novamente punhetando, e por volta de umas 21 horas o meu pau começou a latejar. Eu estava doido pra gozar, mas não podia perder o desafio. Respirei fundo, fechei os olhos e tentei concentrar no meu saco, que a essa altura já estava pesado e cheio. E quanto mais o tempo passava, mais entregue eu ficava, pornô rolando no PC e eu travado na minha rola. Entre punhetas e paradas vendo pornô e alisando o saco, a madrugada chegou, a parte mais dificil do desafio. Até para mijar estava complicado, o pau duro por diversas vezes jogava o mijo pro alto, e eu ja estava todo molhado. E a 1 hora da manhã comecei a mais insana das sessões, com o pau duro feito pedra, latejando pra gozar, comecei uma sessão de edging intenso. E foi intenso. A baba escorria e lubrificava a rola, o cheiro da minha pentelhada já subia forte inebriando minhas narinas, me deixando com mais tesão ainda. E por volta de 3 da manhã meu saco começou a doer. E quanto mais eu batia, mais ele doía. Fiz uma massagem, enquanto o pau escorria baba, e logo depois voltei a punhetar. Quando o relógio marcava 6:31 da manhã, a dor em meu saco estava muito forte. As bolas pulsavam. Eu precisava esvaziar, mas queria seguir os minutos finais do desafio. Tirei os vídeos de punheta que estava assistindo e coloquei mais vídeos de ballbusting, assim ajudaria a controlar a dor no saco, e tentava transformar ela em tesão. Dito e feito, cada pancada que os caras levavam minhas bolas sentiam nelas, e minha pica urrava de tesão. Foram os minutos mais longos da vida, acho que demorou mais que todo o dia. Quando o relógio despertou, marcando 7:24 da manhã e a passagem de 24 horas, senti o alívio da vitória e resolvi gozar. E quando eu comecei a bater forte, o saco pulava e batia na minha mão, e a dor aumentava muito, mas não tinha jeito, eu precisava gozar pra dor passar. Com a mão esquerda segurei o meu saco, inchadão, e criei coragem para apertar (sempre vi filmes de ballbusting, mas nunca tive coragem). Quando apertei senti as bolas pulsarem em minhas mãos, e lancei um super jato de porra. Na hora senti o saco esvaziar e ficar aliviado. Venci o desafio, tomei um longo banho e fui dormir, pronto para acordar e punhetar novamente.

sábado, 8 de junho de 2024

MORADORES DE RUA

Recebi uma mensagem com os seguinte teor: "... você sempre fala que toca punheta com moradores de rua, você não tem medo? Não prefere tocar junto de alguém que ofereça menos risco? É algum fetiche?"

Respondendo: Bem, pra mim, punheteiro é punheteiro. Não interessa a situação, punheteiro é punheteiro. No caso de moradores de rua, porque risco? O fato do cara morar na rua o torna perigoso? 

Además, sou punheteiro convicto, pra mim não existe nada mais importante do que bater punheta. Todo homem deve bater punheta, e quanto mais punheta bater, melhor. Então sempre que encontrar um punheteiro e eu puder bater uma junto, eu irei bater. Moradores de rua muitas vezes tem apenas a punheta para se aliviar, assim como muitos de nós que aqui estamos, então porque recusar bater uma com eles? Não, não tenho preconceito nenhum em bater punheta com moradores de rua, tem pau, ficou duro, to junto pra bater uma. É isso!


quarta-feira, 5 de junho de 2024

RELATO: "A FIMOSE ME FEZ PUNHETEIRO"

"Sou F., tenho 23 anos e moro no Rio de Janeiro. Cresci na igreja (meus pais são evangélicos) mas aos 16 anos parei de frequentar para vim morar com minha madrinha na capital. Como todo jovem, eu batia muita punheta, mas ainda não tinha oportunidade de transar com alguém. Isso por várias razões, sou tímido, gordinho, uso óculos fundo de garrafa e não acho que sou bonito. Mesmo assim, já com 18 anos, arrumei uma garota e fui com ela pra um local mais reservado. Chegando lá, sem saber o que fazer, resolvi deixar rolar. A primeira coisa que ela fez foi pegar minha piroca dentro da bermuda, e quando colocou pra fora percebi que ela se incomodou com a pele cobrindo a cabeça. Tentei abaixar a cabeça dela pra chupar mas ela recusou. Meu pau tava muito duro, eu tava com muita vontade, e pedi por favor, então ela pra chupar tentou puxar a pele pra colocar minha cabeça pra fora, eu puxei na hora porque doeu demais, não deixei ela continuar. Fiquei constrangido, ela pediu desculpa e disse que não transava com cara com fimose, e falou que era pra eu operar porque mulher nenhuma ia transar comigo. Porra, fiquei muito sem graça, mas o pior estava por vir, ela contou pra todo mundo que eu tenho fimose, e deu detalhes de como era, e quando eu cheguei perto de todos fui muito zuado, geral me chamando de bico de chaleira, o que fez eu sair dali, ir pra casa e ficar recluso, saindo apenas pra aula na faculdade (tava no 1º período) mas nunca mais saí pra outro lugar. Como era a galera da faculdade que estava aquele dia, o apelido de bico de chaleira pegou, e os caras estavam sempre me chamando assim, ou então de fimose, piroquinha ou virjão. Isso me incomodava muito, porque eles estavam certos, eu realmente tinha fimose, parece mesmo um bico de chaleira (meu pau é bem bicudo) e eu era virjão, além do pau ser realmente pequeno. Não aguentei a zuação por muito tempo e resolvi trancar o curso, e no final do ano prestei enem e fui pra o mesmo curso em outra faculdade. A partir daí as coisas ficaram diferentes, não tentei ficar com ninguém, falei pros novos amigos que eu tinha namorada (e assim não precisava sair com eles e pegar ninguém) e me mantive recluso nas madrugadas em meu quarto socando punheta no meu pau, aliviando ele. Cheguei a pensar em operar a fimose, decidi que ia operar, fui ao urologista, mas depois recuei. A questão é que eu batia punheta todo dia, e quando a ideia de tirar a fimose ganhou corpo, imaginei como seriam minhas punhetas, se elas seriam afetadas. Eu já entendia que sexo ia ser cada vez mais difícil, e com isso eu dependia das minhas punhetas. Pouco tempo depois descobri o blog na net, e senti um alívio ao perceber que cada um que lê aqui tem sua razão pra ter se tornado um punheteiro. Ler o blog me ajudou a aceitar a situação. Quando chamou nós punheteiros de perdedores e o dono do blog se identificou assim, eu me senti aliviado, porque não sou o único. Não sei os outros caras, mas eu sou o típico que se encaixa nesse lance de perdedor, e por isso me tornei um viciado que quer se afundar mais. Minha piroquinha com fimose me dá tesão o dia inteiro, não preciso de ninguém pra me ajudar a gozar mais".



 

segunda-feira, 3 de junho de 2024

RELATO DO SEGUIDOR: "ALÍVIO NO BLOG"

"Descobri esse blog tem algumas semanas, e posso dizer que já mudou minha vida. Tenho 44 anos, e sempre tive sérios problemas que me impediram de ter uma vida sexual ativa. Primeiro, sempre fui gordinho, apesar de agora não ser mais. Segundo tenho 6 graus de miopia, uso aqueles óculos de lente grossa, apelidado de fundo de garrafa. Terceiro, tenho uma fimose que meu pau parece um bico de chaleira, e até no vestiário eu tunha vergonha de mostrar. Esse conjunto de coisas me fez ter muita vergonha de se aproximar de alguém, e me tornei um cara extremamente tímido e fechado. Como opassar dos anos, consegui me socializar mais, porém, se eu conseguia conversar mais, era mais difícil para um rapaz de 20 e tantos anos ter sua primeira experiência sexual. Mesmo assim, eu tentei, ou melhor, pensei em tentar. Combinei com amigos de irmos a uma zona, tava tudo certo, até que um deles me viu no banheiro do bar e na mesma hora falou 'coé dessa fimose aí' e deu uma risada. Aquilo pra mim foi um aviso que eu não deveria ir com eles, e não fui. Passaram dias, meses, anos. E a primeira experiência sexual ainda não aconteceu, e acho que não vai mais acontecer. Batia punheta para me aliviar, e me sentia mal depois. Até conhecer o blog, e entender que muitos, assim como eu, não tiveram oportunidade de ter uma experiência, outros não quiseram, outros tiveram e preferiram não ter mais. Na verdade, em todos esses casos, os caras não batem punheta para aliviar, batem porque gostam, porque vivem pra isso. Então decidi que ou eu vivo me lamentando por não ter tido a experiência de ser o homem que eu queria ser, ou me entrego a punheta como vocês aqui. E tenho me entregado cada vez mais, e a cada dia sinto que me liberto dessa necessidade de transar com alguém, na verdade nem quero mais. Comecei com medo de viciar, mas agora percebo que esse talvez seja meu caminho. Comecei a me masturbar todos os dias, e seguir dicas do blog e comentários de outros caras. Ainda não fiz amizade com viciados, mas acho que não vou demorar a ficar nesse estágio."

TESTE DA INTERNET: QUÃO VIRJÃO VOCÊ É?

1.  Para começarmos de forma cautelosa, quantas vezes você já transou na vida?

- várias, já perdi até a conta - 1 ponto.

- algumas - 2 pontos

- bom, teve uma vez que, se bem que... - 3 pontos

- nunca - 5 pontos

2. Quantas vezes você já pagou de comedor entre os amigos?

- sempre - 1 ponto

- as vezes - 2 pontos

- nunca - 5 pontos

3. Joga jogos on line?

- sim, o dia todo no pc. - 5 pontos

- jogo de vez em quando. - 3 pontos 

- não jogo. - 1 ponto

4. Você já beijou na boca?

- várias vezes - 1 ponto

- sim, só minhas primas - 2 pontos

- na verdade, só uma vez - 3 pontos

- nunca - 5 pontos

5. Quando foi a última vez que você transou?

- ontem ou hoje - 1 ponto

- tem mais de uma semana - 2 pontos

- tem mais de um mês - 3 pontos

- oi? O que é isso? - 5 pontos

6. Quantas punhetas você bateu nos últimos 3 dias?

- nenhuma - 1 ponto

- de uma a duas - 2 pontos

- três - 3 pontos

- mais de três - 5 pontos.

Resultado:

De 6 a 10 pontos: O que você tá fazendo aqui?

De 10 a 18 pontos: Nem virjão, nem comedor. Meio termo.

De 19 a 24 pontos: Pode até não ser virjão, mas tá quase lá hein!

De 24 a 30 pontos: virjão! Você não passa de um punheteiro, e dificilmente deixará de ser um.

Pra quem tá curioso, fiz 30 pontos!




VIÚVO, SOZINHO E PUNHETEIRO

Esse relato que vou contar aqui é bastante interessante, porque eu conheço o autor. Certo dia estava em casa batendo uma punheta, e a campainha tocou. Olhei pelo olho mágico e era o zelador do prédio onde moro com um embrulho nas mãos, um homem de 51 anos. Coloquei uma bermuda e fui atendê-lo. Quando abri a porta, ele olhou assustado, e então que percebi que meu pau estava durasso apontando pra frente. Fiquei bastante sem graça, pedi desculpas e peguei o embrulho. Horas depois desci do apartamento e o encontrei na portaria, claramente sem graça, cumprimentei e saí. Ao retornar, novamente encontrei com ele, e enquanto esperava o elevador ficou um clima bem estranho. Então me senti na obrigação de falar com ele, me desculpei novamente e disse que não era intenção de atendê-lo daquela maneira, eu não percebi que estava daquele jeito. Ele apenas sorriu e disse que não tinha problema, isso era normal, ele como homem entedeu o que houve. Quando o elevador chegou e eu estava entrando, percebi que ele falou baixo, meio envergonhado "a gente que mora sozinho precisa se aliviar mesmo, é o único jeito". Empurrei a porta do elevador e resolvi que iria entrar no papo com ele. Ele então completou: 

- Eu sei que você mora sozinho, não vejo ninguém entrando no prédio, então precisa se aliviar. Sei como é, também estou na mesma situação há muitos anos.

Ali eu resolvi confessar a ele o que estava fazendo. Disse que realmente estava me aliviando, e fui além, disse que era meu único alívio. E veio a surpresa:

- Rapaz eu casei muito novo, com menos de 20 anos. Quando eu tinha 23 anos eu fiquei viúvo, com um filho pequeno, e sem família aqui no Rio de Janeiro pra me ajudar a olhar. O menino ficava o dia todo na creche enquanto eu trabalhava, e a noite eu ficava por conta dele, dava banho, comida e colocava pra dormir. Não tinha a menor possibilidade de arrumar uma mulher, a não ser nas revistas que eu comprava, era a única forma de me aliviar. 

Como ele parou de falar após isso, rersolvi perguntar pro assunto não morrer: "E quando o senhor foi arrumar uma mulher?"

- Rapaz, os anos passaram, meu filho cresceu e eu nunca mais saí pra arrumar mulher. Fiquei igual você assim, sozinho, nem procurei mais ninguém. 

Eu percebi que era a segunda vez que ele enfatizava o fato de eu morar sozinho, e comparar isso com o fato de punhetar pra se aliviar. Na hora pensei que ele era um dos nossos, então falei: "o senhor fez bem, bater punheta (pela primeira vez usei essa expressão) é bem melhor que fazer sexo. Eu só me alivio assim, batendo punheta, e bato todo dia, viciado mesmo". E ouvi:

- Eu bato punheta há 28 anos todos os dias, fiquei viciado também. Saio daqui, vou pra casa e me acabo vendo pornô. Meu filho falava que preciso arrumar uma mulher e sair mais de casa, mas o dia que peguei ele batendo punheta ele parou de me cobrar. Eu tô com 51 anos, não preciso mais me casar, mas meu filho tem 31 anos, tinha que arrumar uma mulher, mas nunca arrumou. Cansei de ver roupa dele suja de porra pra lavar mas fiquei na minha.

Cara, nessa altura meu pau já tava durão novamente, o papo tava me deixando num tesão do caralho, então ele soltou:

- Um dia ele saiu do quarto pra comer alguma coisa, entrei lá sem ele ver e o computador estava num negócio de Masturbador. Comecei a mexer e vi que é uma coisa só de caras que batem punheta e não querem saber de sexo, caras sozinhos asim igual você (novamente ele disse isso). Quando ele entrou no quarto novamente ele tomou susto, perguntou o que eu tava fazendo lá e eu disse que nada. Saí do quarto e deixei ele lá. Depois perguntei porque ele não arrumava uma mulher, ele desconversou, mas depois confessou que eu era o maior ídolo dele, e eu não precisei de mulher pra seguir minha vida, e ele também não precisa. 

Pow, na hora nem pensei e falei de repente: "teu filho é punheteiro cara, puxou o pai". Ele riu meio sem graça, e balançou a cabeça como se concordasse. Não falei com ele que sou o autor do blog, mas todas as vezes que tenho oportunidade falo pra ele que vou subir pro apartamento pra bater uma, e pergunto se ele tem se aliviado. Depois desse dia, tivemos altos papos de punheta.