Estava no shopping comprando algumas coisas quando resolvi ir ao banheiro. Chegando lá, entrei na cabine e pra minha surpresa, um punheteiro deixou sua marca, umas gostas de esperma no chão. Aquilo me deu tanto tesão que esqueci da mijada e soquei uma ali mesmo. Gozei dentro do vaso sanitário, quando ia dar descarga, pensei que minha porra poderia incentivar outro punheteiro, igual ao anterior me incentivou. Deixei a porra lá. Muito tesão encontrar lugar marcado por bator.
Postagem em destaque
CONHECENDO OS MASTURBADORES
Essa é uma pesquisa para que possamos nos conhecer um pouco mais, saber mais sobre nossa irmandade de masturbadores. Prometo estar sempre co...
domingo, 11 de outubro de 2026
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
MASTURBANDO PRA PICA PEQUENA
Se tem uma coisa que é sincera, é um pau duro. O camarada pode falar o que ele quiser, mas o pau dele denuncia. O Bebeto, leitor do blog, tem uma piroca grossa de 21 cm, segundo o próprio, mas não pode ver uma rola pequena que fica logo doido, seu pirocão fica duro feito pedra. "Vejo imagens de caras de pau pequeno perto de pau grande e gozo só de olhar". Bora ajudar o Bebeto tirar leite da piroca?
terça-feira, 6 de outubro de 2026
PUNHETAÇO DO BLOG
Fala bando de punheteiro, ando recebendo direto mensagens perguntando sobre realização de punhetaço, e muitas vezes em forma de comentário no blog. Quando recebo por e-mail é fácil responder, mas comentário anônimo fica difícil. Então, vamos lá. Quanto aos punhetaços:
1. PUNHETAÇO PRESENCIAL: muito difícil reunir a galera, mas se vc mora no Rio de Janeiro, as vezes conseguimos reunir 3 ou 4 punheteiros pra socar juntos. Desde que você entenda que é proibido fotos ou qualquer registro, você pode fazer parte. Ah, mas não tem data certa, as vezes os punheteiros resolvem se reunir e vamos. Interessou? Manda mensagem para o E-MAIL do blog.
2. PUNHETAÇO VIRTUAL: por incrível que pareça, é o mais difícil acontecer, talvez pela insegurança da galera por medo de haver algum registro. Mas as vezes rola. Se quiser participar, manda mensagem para o E-MAIL do blog.
ONDE ROLAM OS PUNHETAÇOS? Os virtuais acontecem em alguma plataforma de vídeo. Os presenciais em locais onde é possível nos reunirmos, como clubes, cabines ou quartos de hotel.REGRAS PARA OS PUNHETAÇOS:
- registro é proibido, seu ou de qualquer outro punheteiro (você nunca viu aqui no blog nenhum registro de punhetaço).
- o foco é sempre a punheta, e somente ela acontece. Sexo? Tudo bem, mas fora do punhetaço.
- os punhetaços tanto presenciais quanto virtuais acontecem com incentivadores, ou seja, vídeos, bate papo de putaria e punheta, fotos. Pode ter vídeo hetero, gay ou bi, ou de preferência vídeo de punheta.
- nos punhetaços o ideal é praticar edging, ficar um bom tempo, mas se gozar, não tem problema, pode sair ou continuar e iniciar uma outra punheta.
- alguns punhetaços especiais podem rolar disputas em categorias como gozo mais longe, gozo mais rápido, goza mais vezes.
- pode rolar mão amiga, desde que o punheteiro aceite receber. Se quiser punhetar uma rola e não quer que punhete a sua (ou vice versa) apenas avise.
- vai gozar? Independente de presencial ou virtual, avise, deixe os outros caras verem.
- quer a porra do punheteiro? Pede ele, se deixar, abre a boca e deixe ele despejar.
- quer dar leite? Chame o punheteiro, fale para abrir a boca e despeje.
- quer ajudar a montar os próximos punhetaços? entre em contato com o blog: rodadepun@gmail.com
ENTRE O PREJAC E O EDGING: EXPLORAÇÃO MÁXIMA DO PAU
terça-feira, 22 de setembro de 2026
O PERFIL DO PUNHETEIRO
A arte da punheta é simples: mão subindo e descendo na piroca dura, macho gemendo, leite vazando (ou não). Mas o gatilho que move a punheta, esse pode ser de várias formas. Há punheteiros diferentes pra cada perfil, todos subindo a mão na sua pica, mas com motivações diferentes. Todo homem está em pelo menos um desses perfis:
PUNHETEIRO SONHADOR: tá com tesão, doido pra fuder, e não tem ninguém. Precisa se aliviar, assiste um filme na net e se imagina na cena, sonhando que está ali fudendo, mas na verdade só está se aliviando. Todo homem já se encaixou aqui em algum momento, pra socar aquela rápida e liberar um leite pra seguir o dia.
PUNHETEIRO NERD: tipo bem comum. Fã de animes, cultura japonesa, jogos. Geralmente estudante de exatas. Maior parte do tempo tá no computador, e sem nem perceber a mão já desce pro pau. Aí é uma mão no mouse jogando, a outra na piroca. Alguns são tão viciados que assumem enquanto estão jogando que a outra mão tá na punheta. Nerd que é nerd sabe que o outrro nerd também é fapador, então é normal punhetar enquanto conversam na net. Esse punheteiro raramente sai da punheta, com a maioria permanecendo virgem por muitos anos, sendo que alguns não deixam de ser.
PUNHETEIRO PÚBLICO: o gatilho desse é se expor em público. Banheiros públicos, parques, praças, ou rua. Esse curte socar onde tem mais gente. Mas atenção, é preciso respeitar as outras pessoas, principalmente crianças e mulheres. O punheteiro público costuma ser visto a noite em locais desertos, onde ele pode socar sua bronha ao ar livre.
PUNHETEIRO VOYEUR: esse gosta de casas de sexo: saunas gay, casas de swing, cruising bar. Ele gosta de ver os caras fudendo enquanto ele soca seu pauzão. Se alguem o abordar, ele sai, seu negócio é só ver, e se divertir sozinho enquanto a fudelança rola solta. Esse até fode de vez em quando, mas é raro de acontecer.
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
DESABAFO DO LEITOR
"Mano, tô escrevendo esse e-mail porque realmente preciso me abrir e dizer pra alguém que vai me entender quem realmente eu sou e sem medo de ser julgado. Eu tenho 23 anos, sou gordinho, uso óculos, sou muito tímido. Cresci em família religiosa, sempre estudei muito e entrei pra faculdade aos 18 anos. Já estou perto de me formar engenheiro, e minha vida sempre foi ir de casa pra faculdade e da faculdade pra casa. Os poucos amigos da turma falando de mulher, e eu nunca conheci de fato. Apesar de nunca ter feito falta, isso sempre me incomodou. Antes de entrar na faculdade conheci uma pessoa, conversamos e me abri com ela, disse que era virgem e queria deixar de ser com ela. Na hora foi uma tragédia, gozei com ela alisando meu pau, de tão ansioso que eu tava. Não perdi a virgindade e ela contou pra todo mundo os 2 episódios: a virgindade e a gozada repentina. Foi o suficiente para me fechar novamente em casa e viver de punheta, até o ano passado, quando em um aniversário de um primo conheci uma garota. Conversamos por um tempo, e marcamos de sair para nos encontrar. Ela estava com uma roupa justa, seios querendo pular pra fora, jeito descolado. Eu mal conseguia olhar pra ela. De repente ele foi ao banheiro e, quando voltou, passou a mão no peito e no meu rosto. E o pior aconteceu, eu gozei ali, na praça de alimentação do shopping. A bermuda molhada, ela rindo, e eu sem saber o que fazer. Fui embora pra casa, me tranquei no quarto e jurei que nunca mais queria ver mulher na vida. Em meio ao choro, uma mensagem do meu primo, já sabendo do ocorrido. Após a crise, fui fazer o que faço todos os dias, tocar punheta. Ao invés de procurar vídeos no x videos, resolvi, não sei explicar o motivo, procurar na internet por punheteiros virgens. E caí nesse blog, de um punheteiro virgem que se intitulava, na época, virjão. Ao ler as postagens comecei a me identificar, até que eu cheguei em uma que mexeu muito comigo: o dono do blog é precoce, toca punheta por horas, mas não conseguiu transar porque é precoce. Na hora foi um misto de alívio (não sou o único) e apreensão (vou ser sempre um virgem?). À medida que lia as postagens, fui entendendo e aceitando mais a situação. Ainda não queria ser um eterno virgem como o virjão, mas comecei a acompanhar o blog. E aí eu percebi que aqui eu me encontro. Tocar punheta é muito bom, mas tocar punheta sem culpa ou tristeza é melhor ainda. Antes a punheta era pra um monte de mulher que eu nunca consegui pegar, agora não, a punheta é pra mim. Ainda toco vendo vídeo pornô, sonhando que tô metendo naquelas mulheres, mas com a consciência que é só fantasia. Aprendi aqui no blog a fazer edging, e não saio de casa pra ir pra aula sem minha sessão. Não foram poucas as vezes depois disso que gozei na roupa ao ver uma mina com short mais apertado, ou simplesmente andando e rebolando. Sem perceber, meu pau vaza, e gozo na cueca. Agora, acabei de ler a nova postagem sobre os losers bators, e não consigo me ver de outra maneira. Sou um punheteiro, virgem, que goza dentro da roupa quando vê mulher. Conseguir me aceitar assim só confirma o que realmente sou, um loser bator. E se antes a ideia de ser sempre virgem gerava apreensão, agora não gera mais. E, assim como a maioria dos caras aqui, também terei uma assinatura própria"
Texto enviado por e-mail por Engenheiro Virjão
terça-feira, 15 de setembro de 2026
OS LOSERS BATORS
Esportistas, viciados, crônicos. Sexo frequente, sexo às vezes, sexo raro. Heterossexuais, homossexuais, bissexuais, solossexuais. Virgens. Edgers, denialistas, esporradores. Dominadores, submissos. Há várias classes de punheteiros e masurbadores. Todos com um mesmo propósito: tirar prazer da sua rola. Apesar do mesmo propósito, as sensações nem sempre são as mesmas. Independente da classe a que pertence, tem crescido muito um grupo de punheteiros denominado losers bators, ou em bom português, punheteiros perdedores. Já falado aqui algumas vezes, o que realmente significa um loser bator, ou um perdedor?
Ao contrário do tom pesado que a palavra possa ter, os losers bators estão ligados a um fetiche em específico. Há entre homens aquele estigma de que o homem deve ser um fudedor nato, não perdoar nada, sair comendo tudo que vê. O homem vencedor é aquele rodeado de pessoas querendo lhe dar, pauzudo, marrento. O homem vencedor tem piroca cobiçada, soca sem dó, goza na garganta, na buceta, no cu. Já o punheteiro não, ele só mete na sua mão, as vezes num brinquedo de borracha. Na visão de muitos, o cara toca punheta para aliviar o tesão, já que não conseguiu alguém pra meter. O homem tem que meter, punheta é pra hora que ele perde.
E é com essa visão que os losers bators se identificam. Mas acalmem-se! Nenhum loser bator se acha assim como algo ruim, pejorativo. Muitas vezes pode ter sido algo problemático sim, pois tentavam e realmente não conseguiam, mas o grupo dos losers bators é dos caras desencanados, que sentem tesão em ser assim, gostam de ser chamados de perdedores, de expor que não comem ninguém. O loser bator tem tesão em ser humilhado por caras que fodem, e ele não. O loser bator sabe que foi feito pra meter, e mesmo assim ele não mete. E o loser bator extreme, aquele que é virjão?
Ser um loser bator é saber que é um perdedor enquanto homem pra sociedade, mas isso enche de tesão. Punheteiro? Sim. Virjola? Sim. Precoce? Sim. Se não sou um loser bator, não sei de mais nada. Sabe o melhor? Vou socar um punhetão agora, em homenagem ao quanto eu sou loser, lembrando da oportunidade que tive de deixar de ser um virjão, mas gozei antes de tirar o pau da calça. Que tesão! Ainda bem que aconteceu!
sábado, 12 de setembro de 2026
RELATO: FAMÍLIA DE PUNHETEIRO
Esse relato é de um seguidor que conheci há um bom tempo em um bate papo e começamos a trocar ideia. Já se passaram mais de 4 anos de amizade de punheta, sem nunca termos nos visto pessoalmente, até porque ele mora na cidade de Fortaleza, no Ceará. Pedi a ele que escrevesse sobre sua vida de punheta, e ele forneceu uma das mais brilhantes histórias de punheteiro que já vi. Me encheu de orgulho de ser punheteiro. Segue:
"Para os leitores do blog, vou me apresentar: sou um homem de 67 anos, viúvo, pai de 3 filhos homens e avô de um neto. Sempre fui muito safado, não podia ver uma mulher que eu queria comer, devo ter comido mais de 100 mulheres na minha vida. Até que, novo, aos 24 anos, engravidei uma namorada que eu tava comendo. Há quase 40 anos atrás, não tinha outra opção, eu precisava casar com ela. Casei, e sosseguei, pois foi um casamento muito feliz. Nosso filho nasceu. Dois anos depois, outro filho. Mais 2 anos, o terceiro filho. Nossa família crescia, mas de repente um acidente a tirou de mim. E eu vi meu mundo desmoronar, 3 filhos homens (1, 3 e 5 anos de idade). Eu não sabia o que fazer. Queria morrer, mas precisava cuidar daqueles meninos. E assim foi feito, dediquei minha vida a trabalhar e cuidar da herança que aquela mulher me deixou. A vida era trabalhar e cuidar dos meninos, que passavam o dia na escola e casa dos meus pais. Não sobrava tempo pra nada, nem pra mulher. Aquela época eu estava com 29 anos, tesão forte no corpo, mas não queria conhecer outra mulher. A punheta virou minhsa companheira. Lembro bem do dia, um sábado frio de 1992, coloquei os meninos para dormir e, depois de muitos meses, me aliviei. E lembrei de como era bom gozar, como era bom ser puto e safado igual eu era. Mas eu ainda não estava preparado para arrumar uma mulher, e a punheta virou minha companheira. O tempo passou, os filhos cresceram. O mais velho foi pra faculdade de engenharia, o do meio foi estudar direito, já o mais novo, esse virou namorador. Trabalhador, mas não preocupado com estudos. Aos 19 anos, ele chega em casa com uma bomba, engravidou uma namorada. Não permiti que a abandonasse, e ele se casou. Os outros seguiram com os estudos, e sem namoradas. Quando o mais velho se formou, perguntei a ele se não estava na hora de se casar. O caçula, já casado, riu e soltou 'O ... não quer saber de mulher não pai. Seu único filho que gosta de mulher sou eu'. Engoli aquela informação, e perguntei aos meus outros 2 filhos se eles eram gays. Responderam firmemente que não. Eram adultos, não saíam de casa, não conheciam mulher. Perguntei o que aconteceu. O mais velho se abriu 'estudei muito pai, não deu tempo'. O do meio olhou pra mim e disse que conheceu uma mulher na vida, mas não consumou o fato devido sua vergonha. Perguntei a ele. Sem graça, me disse que tudo que tinha nos irmãos, não tinha nele. Não entendi na hora o que ele quis dizer, mas devido ao constrangimento da situação, encerrei o assunto. Os dias se passaram, meu filho mais novo foi me visitar (sempre todos os finais de semana) e me ab ri com ele, disse que conversei com os outros dois, e fiquei preocupado. 'Pai, o ... só quer estudar e tocar punheta. Já o ... tem vergonha do pau dele. Deixa que neto eu te dou'. E deu, um neto homem. E, assim como foi comigo, o destino foi cruel com ele. 3 anos se passaram, sua esposa adoeceu e não resistiu. Pedi que voltasse pra casa, não ficasse sozinho. Meses depois do ocorrido, ele me perguntou 'como aguentou tanto tempo sem mulher, pai?'. Expliquei a ele que um homem sozinho com 3 filhos não tinha como sair pra rua pra pegar mulher. 'E o que o senhor fazia'? 'Tocava punheta', respondi na lata. 'Pai, será que nunca mais vou comer mulher, vou só tocar punheta, igual o senhor?'. Fiz um carinho em sua cabeça, e falei 'o tempo filho, deixa o tempo agir'. E o tempo agiu. Ele, o caçula, chegou em casa numa tarde de sábado com umas cervejas. O filho, prestes a completar 4 anos, havia ido visitar os avós maternos, muito presentes na criação. Ficamos nós 4, eu e os 3 filhos, tomando cerveja. Eis que o caçula solta 'logo eu, o comedor, tô aqui com 3 punheteiros tomando cerveja, e vou ter de tocar punheta pra dormir'. Os irmãos, assustados, não falaram nada. Eu falei 'foi assim minha vida toda, desde a perda da mãe de vocês, há 23 anos atrás'. E então veio o susto, ao ouvir meu caçula 'foda-se, vamos tocar punheta'. Tirou o pau pra fora e começou a punhetar. Os irmãos instantaneamente o repreenderam. Mas eu não, eu passei por aquilo, sabia o que ele tava sentindo, e falei 'vamos tocar punheta'. Os ouros dois, incrédulos, parados, até receberem a ordem do irmão 'vamos, toquem punheta também, vocês tocam todos os dias escondidos no banheiro, não se escondam agora'. Meu filho mais velho não resistiu e tirou seu pau. O outro, apenas observando. Falei 'vamos filho, toque'. 'Tenho vergonha, pai'. Fui até ele e pedi 'nunca tenha vergonha desse cara que te criou, se sou um punheteiro, foi pra cuidar de vocês. 'Pai, o senhor deu pau pros meus irmãos, e esqueceu de mim'. Sou dotado, tenho 21 cm de pau. O filho mais velho e o caçula me puxaram. E aí entendi a vergonha dele, um pau duro que, meses depois ele teve coragem de medir e constatou ter 9 cm. Falei 'filho, toque conosco'. E tocou. Pai e 3 filhos. Mais tarde, perguntei ao filho do meio 'você é virgem'? Sim pai. O mais velho surgiu na conversa 'Também sou pai'. E conversando na sala, passa o caçula em direção ao banheiro, mão cheia de porra, havia tocado outra. Ao voltar, sentou conosco e pediu 'vamos ter liberdade para tocar punheta, mas vamos respeitar meu filho'. E a partir daquele dia a punheta passou a ser algo natural da casa. Chegar em casa e encontrar um filho masturbando na sala, ou sair do quarto de pau duro, sujo de porra. E os anos passaram. Cheguei aqui, aos 67 anos, ainda batendo punheta. Meu filho mais velho, com 43, e o outro com 41, seguem morando aqui, virgens. O caçula, com 39 anos há 16 fazendo o que faço há 38, nunca mais conheceu mulher. Meu neto está com 20, e sempre foi respeitado na casa, inclusive quando os hormônios começavam a aflorar. A casa era de punheteiros, mas nunca batemos uma punheta na frente dele. Mas o destino nos prega peças. Cheguei em casa meses atrás e o peguei em flagrante tocando punheta na sala. Assustado, implorou para que não contasse a ninguém. O tranquilizei, dizendo que eu fiz isso, o pai dele fez, os tios dele fizeram. É normal homens se aliviarem. E emendei dizendo 'vou pro meu quarto, termine sua punheta aí tranquilo'. Ele terminou, foi ao meu quarto me agradecer, e lá estava eu, socando punheta. Sem graça, mas agi naturalmente 'viu, agora você que me flagrou'. 'o senhor ainda toca punheta vô?'. E uma voz respondeu, para nossa surpresa 'todos os dias'. Meu filho caçula havia chegado, não vimos. Ele olhou para seu filho e disse 'seu avô, eu e seus tios tocamos punheta todos os dias, e você pode tocar também'. Ao terminar, ele foi para o seu quarto e, com a porta aberta, punhetou seu pau. E eu percebi que naquela casa não havia mais 4 homens, e sim 5. E hoje todos os dias nossa casa recebe, no mínimo, 5 punhetas, 1 de cada morador. As vezes mais. Meu filho caçula é o mais viciado, mas o neto já está treinado no edging. Fica 6 horas socando, falou que vai me ensinar, mas não tenho mais idade pra isso. Mulher? Sabemos que nenhum dos 5 terá."
A PUNHETA DA PRAÇA
Um relato meu para vocês. Escrevo essa postagem numa madrugada de sábado pra domingo, 01:30. Geralmente nese horário estou dentro do meu quarto socando punheta, mas hoje precisei sair. Mas o que interessa é a volta pra casa. Por volta de meia noite, parei de frente a uma praça para chamar um carro de aplicativo para chegar em casa.Enquanto esperava, olhei para o interior da praça, vazia, exceto por um banco entre árvores, onde um homem estava sentado. Enquanto esperava o caro, fiquei observando ao redor (Rio de Janeiro não é uma cidade que pode-se ficar distraído na rua em qualquer horário). Quando olhei novamente, notei que o homem parecia fazer movimentos no pau. Talvez estivesse mijando, mas continuei prestando atenção e vi que ele parecia punhetar. Cancelei o carro que estava há 2 minutos de mim e andei em direção ao banco onde ele estava. Ao aproximar, notei que ele guardou o pau dentro da calça. Passei perto e percebi o volume do pau duro, mas resolvi seguir andando para não atrapalhá-lo. Voltei ao ponto onde estava para chamar novamente um carro, e ao olhar pra ele, vi novamente a mão subindo e descendo em seu pau. Fiquei observando de longe, até que, por uns segundos de entrega, ele jogou o pescoço pra trás, como se o corpo estivesse sentindo o arrepio da boa punheta. E percebi que eu não podia mais chamar um carro aquela hora, pois meu pau queria pular pra fora da calça. Tornei a andar para o interior da praça, e sentei em um banco a uma determinada distância do homem, de modo que eu não o atrapalhasse. Porém, ao me ver, ele novamente parou. Percebi que ele parecia pegar sua pequena bolsa para ir embora, então tirei o meu pau e comecei a alisá-lo ali. Foi o suficiente para o homem abrir novamente suas pernas, sacar o pau da calça e socar uma punheta. Fiquei uns 10 minutos observando aquela cena, até que me levantei e andei em direção a ele. Ressabiado, ele guardou o pau, mas não dava pra esconder o volumão em sua calça. Ao chegar perto dele, parei, segurei meu pau, e falei: "é muito bom tocar uma punheta né". Suficiente para que ele tirasse novamente seu pau da calça e começasse a punhetar ali na minha frente. A praça deserta, um homem sentado tocando punheta e eu de frente observando. De repente ele começou a gemer, com os dedos apertou seu peito por cima da camisa, jogou o corpo pra frente e soltou um belo jato de porra no chão. Ao fim da gozada, balançou a piroca pra sair a gota de gala presa, guardou dentro da calça, se levantou e, antes de sair, exclamou: "É tão bom que todos os dias eu saio do trabalho e paro meia hora nessa praça, no mesmo banco, há mais de 10 anos, e toco uma punheta aqui". E foi embora, aliviado por sua gozada, me deixando ali, de piroca dura, e me obrigando a dar uma aliviada ali mesmo, naquele banco, me esforçando para que minha porra caísse em cima da porra dele. Soquei, gozei, guardei a pica melada, e ao reparar ao redor da praça, lá estava ele, no local onde eu estava antes chamando um carro, me observando socar uma punheta. Dei uma risada, e fui chamar o carro. Esperei em silêncio, a poucos metros daquele homem. Assim que o carro chegou, quando eu estava pronto para abrir a porta traseira, ouvi: "é muito bom tocar uma punheta né". Apenas ri, e vim embora. Se tenho uma certeza, é que esse homem estará lá, naquela praça, amanhã, sentado naquele banco com o seu pau na mão pronto para dar mais uma gozada.
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
RESPONDENDO SEGUIDORES
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
RELATO DO SEGUIDOR: "A BRINCADEIRA QUE ME EXPÔS PUNHETEIRO"
"Sou um seguidor igual a maioria dos caras que vem aqui, não arrumo sexo e desconto na punheta. Já até acostumei com isso, levei duas mamadas na vida e nunca mais. Tempos atrás saí com um grupo de amigos e fomos pra um bar e bebemos pra caralho. São amigos de muito tempo, de falar sacanagem e zuar um ao outro. Papo vai, papo vem, a zueira pegando, e um mandou pra mim: coé, nunca te vi com ninguém, fala pra gente, tu já experimentou uma trepada? E, enquanto ele gargalhava, respondi na zueira, sou o mestre da punheta, pow. Apesar de ter falado zoando, sinto que fiquei mais leve de contar pros meus amigos, que passaram o resto do dia me chamando de mestre. Altas horas, chapado, fui no banheiro e um dos amigos estava no mictório mijando. Parei do lado pra mijar e comecei a falar, e ele do nada falou: e a dança? Sem entender perguntei que dança? Ele virou pro lado, balançou a rola e falou: pega na minha e balança. Mano, não sei o que aconteceu, mas deixei o álcool dominar e meti a mão na rola dele. Ele arregalou o olho, assustado, e ali mesmo soquei uma punheta nele. Sem falar nada, o pau dele endureceu, pouco tempo gozou e saímos do banheiro. Sentamos na mesa de volta, ele deu uma golada na cerveja e falou: aí, cara é o mestre da punheta mesmo, me fez gozar rapidinho. Todos caíram na gargalhada, e ele começou a contar com detalhes. Sem graça, eu apenas ouvia. E o apelido de mestre ecoou o resto do dia, com os comentários de punheta no brother. Até que, não aguentando mais a zuação, falei: porra, nunca fiz isso, não sei o que houve, foi o álcool, sem ver peguei o pau dele e punhetei. Porra, punheta nós também cara! Recebi com um susto, e certo da zuação. Larguei pra lá. Continuando a bebedeira, fui ao banheiro, e outro amigo entrou. Já parou do meu lado, sacou a rola e pediu uma bronha. Falei pra ele sair, mas ele pegou minha mão e colocou no pau dele. Não resisti, punhetei. Quando terminei, o outro amigo já estava no banheiro, só faltava ele, chamei e soquei logo. Fomos embora. Dia seguinte a certeza era que meus amigos nunca mais seriam os mesmos, que a amizade acabou. Engano meu. Nosso grupo, chamado 'Amigos de sempre', virou 'Mão de todos'. Ri, certo de ser apenas mais uma zuação. Não era. Virei o tocador de punhetas oficial do grupo. Sempre que algum amigo quer uma mão diferente, me manda uma mensagem. Alguns outros caras ficaram sabendo, primos dos amigos, amigos dos amigos. Eu continuo aquele mesmo cara que recebeu duas mamadas e nunca mais, porém hoje virei o 'mão de todos', o que punheta os amigos e as indicações dos amigos."
DE REPENTE... MEU PAU TÁ NA MÃO
Tô em casa tranquilo, descansando, quando de repente... meu pau tá na minha mão.
Não tem gatilho, não tem incentivo, sem nem perceber, de repente... meu pau tá na minha mão.
Deitado no sofá, TV ligada, luz apagada, de repente... meu pau tá na minha mão.
Vou comer alguma coisa, preparo um lanche, enquanto mastigo, de repente... meu pau tá na minha mão.
A pulga que surgiu atrás da orelha ousou perguntar: "por que, sempre que faz alguma coisa, você acaba com o pau na mão?"
Pensei, pensei, pensei. E respondi: "há um engano em pensar que, sempre ao fazer alguma coisa, termino com o pau na mão, enquanto na verdade, sempre que estou com o pau na mão, acabo por fazer alguma coisa. Não estou sempre comendo, sempre vendo TV, sempre descansando, sempre trabalhando. Mas estou sempre com o pau na mão".
Inclusive agora, digito no blog apenas com uma mão, porque a outra... está segurando meu pau.
sábado, 8 de agosto de 2026
TESÃO DO SEGUIDOR: SER HUMILHADO EM UMA FAMÍLIA DE DOTADOS
"Meu tesão vem de muito tempo, e surgiu de uma forma meio traumática. Descobri a punheta junto de amigos, me falaram, achei legal e comecei a tocar. Eu nunca tinha reparado nada de diferente até que meus amigos começaram a desenvolver o pau e eu não. Eu até reparava que tinha algo de errado, mas ficava na minha. Aos poucos, fui me escondendo e não me mostrava mais na frente deles. Até o dia que vi meu irmão mais velho no banho e criei coragem e perguntei a ele porque meu pau não tinha crescido igual o dele. Quando viu, meu irmão achou estranho, disse que era pra estar maior, mas que eu podia ficar tranquilo que um dia ia crescer. Sou o segundo irmão de uma família de 3 homens, com diferença de 2 anos entre um e outro. Confiei no meu irmão mais velho, mas quando vi meu irmão mais novo pelado, não conseguia tirar o olho do pau dele, que estava maior que o meu. Aquilo me afetou muito, então resolvi me abrir pra um cara que achava que era meu amigo, mas me enganei. Quando viu meu pau, ele riu e não contente contou para todos os amigos que estudavam junto. Na mesma hora surgiram vários apelidos, tico tico e toquinho eram os mais comuns. Mas zuavam sem ver, até o dia que me chamaram pra bater uma e, eu bobo, fui. Ao verem meu pau, 3 novos apelidos surgiram: grão de bico, sementinha e o pior deles, amendoim. Apelidos que me perseguiram por todo o tempo, durante anos. Depois desse dia, nunca mais deixei ninguém ver meu pau, nem mesmo meus irmãos. Quando na faculdade, numa festa, todos bêbados, fui mijar e deixei um camarada ver sem querer. Lembro do cara apenas soltando 'cê loko cara, que isso aí? kkkk'. Fingi de desentendido, mas logo outros caras vieram me perguntar se era real. Fiquei mal, fui embora pra casa, entrei pro meu quarto e comecei a chorar. Meu irmão mais velho viu, me chamou e perguntou o que era. Fiquei mudo. Meu irmão mais novo também queria saber, então me abri pros 2, contei o que houve. Eles então tentaram me animar, dizendo que não tinha nada a ver, que era normal não ter o pau muito grande. Então mostrei pra eles. O mais velho apenas olhou, o mais novo segurou, mas não conseguiu, acabou rindo. Quando meu outro irmão perguntou o motivo, ele disse que tinha ouvido uma vez meus amigos me chamando de amendoim, e não sabia o motivo. Perguntei a eles se era muito pequeno, então me mostraram o pau deles. Tudo que faltou em mim, sobrou neles. Meu irmão mais velho me disse que pau mole não quer dizer nada, que duro é que valia, então endureci meu pau, e o mais novo novamente caiu na gargalhada. O mais velho segurou, pediu pra ele parar, mas vi que ele queria rir. Naquele momento fiquei com raiva e disse que ele podia rir, e ele não aguentou, riu, e me disse que talvez crescia ainda. Meu irmão mais novo, sacana, pegou uma fita e pediu para a gente medir. O dele era o maior, 20 cm, quase 21. Do meu irmão mais velho, 18 cm. Medi o meu e pela primeira vez senti o peso da humilhação, 7 cm duro. 20 anos de idade com um pau de 7 cm, que mesmo com esperança eu sabia que não ia crescer mais. O apelido de amendoim, que cresceu comigo, virou o apelido dentro de casa. Em uma festa de família no Ano Novo um primo perguntou o porque do amendoim, meus irmãos riram. O mais velho, apesar de tudo, sempre me poupando, dizendo que é porque eu não parava de comer amendoim, mas o outro não tinha jeito, tratou de contar pro meu primo. E o apelido se espalhou entre os primos. Alguns meses depois, peguei meu irmão mais novo tocando punheta. Fiquei escondido vendo que ele conversava com outros caras na net, fiquei só observando para poder dar o bote na hora certa, pois ele que tanto me zuava, estava com outros caras tocando punheta. De repente ele me viu, e sem cerimônias me chamou para ver. Quando olhei, um cara na cam com pauzinho pequeno igual o meu, e meu irmão zuando ele muito. Mostrando o pau grande pra ele e chamando ele de vários apelidos: Zé piquinha, carocinho, greludinho. FIquei observando em silêncio. Quando terminou, ele virou pra mim e falou: 'piruzinho inútil igual o seu, você tem que parar com esse drama e assumir o pauzinho que você tem.' Eu até ia discutir com ele, mas meu outro irmão chegou e interveio. Após amenizar a discussão, me acalmou e disse que eu precisava entender que meu pau não ia crescer mais, ou eu assumia o pau que tinha ou ia viver complexado. E me disse que caras como eu precisavam aceitar que caras de pau pequeno são inferiores a caras de pau grande, e que eu deveria me submeter a caras como ele e meu irmão. E me chamou para assistir ele sacaneando um cara na net. Enquanto ele sacaneava, o cara se acabava na punheta, sendo humilhado por meu irmão. Quando acabou, ele chamou um amigo na câmera, e mandou que eu ficasse nu. As palavras dele foram: 'mostra pro meu irmão o que ele é de verdade', e saiu dali. Seu amigo, com um pau gigantesco, fez tudo que meu irmão fazia com os outros, e eu, atentamente, aguentava a zuação tocando punhetinha com os dedos no meu pau. Pela primeira vez eu gozei com vontade, sem sentir vergonha do tamanho do meu pau. Quando terminei, vi meu irmão observando e fiquei sem graça. Ele parou na minha frente e falou: 'vou sempre defender você, pois é meu irmão, mas seu pauzinho pequeno tem que aguentar o que homens de verdade podem fazer.'. Meu irmão mais novo, que eu tinha raiva por me sacanear, segurou meu rosto e disse 'mano, cara igual você é feliz fazendo cara igual eu se sentir superior'. Essa fala ficou presa em minha mente, e dia seguinte recebo uma ligação de meu primo, pedindo pra falar comigo por câmera. Quando abri, ele estava pelado, com o pau enorme duro, me pedindo pra ver o amendoim. E a cada dia surgia um outro primo ou algum amigo dos meus irmãos, e a raiva, o complexo, deu lugar ao tesão, a vontade de encontrar cada vez mais caras roludos para me zuarem. Doze longos anos se passaram, meu irmão mais velho se casou, já meu irmão mais novo continua zuando caras de pau pequeno. E eu, continuo sendo a alegria de caras roludos, masturbando todos os dias meu pau virgem com os dedos, e aceitando aquilo que meus irmãos um dia falaram: eles são superiores."
Assinado: Amendoim.







































