Um relato meu para vocês. Escrevo essa postagem numa madrugada de sábado pra domingo, 01:30. Geralmente nese horário estou dentro do meu quarto socando punheta, mas hoje precisei sair. Mas o que interessa é a volta pra casa. Por volta de meia noite, parei de frente a uma praça para chamar um carro de aplicativo para chegar em casa.Enquanto esperava, olhei para o interior da praça, vazia, exceto por um banco entre árvores, onde um homem estava sentado. Enquanto esperava o caro, fiquei observando ao redor (Rio de Janeiro não é uma cidade que pode-se ficar distraído na rua em qualquer horário). Quando olhei novamente, notei que o homem parecia fazer movimentos no pau. Talvez estivesse mijando, mas continuei prestando atenção e vi que ele parecia punhetar. Cancelei o carro que estava há 2 minutos de mim e andei em direção ao banco onde ele estava. Ao aproximar, notei que ele guardou o pau dentro da calça. Passei perto e percebi o volume do pau duro, mas resolvi seguir andando para não atrapalhá-lo. Voltei ao ponto onde estava para chamar novamente um carro, e ao olhar pra ele, vi novamente a mão subindo e descendo em seu pau. Fiquei observando de longe, até que, por uns segundos de entrega, ele jogou o pescoço pra trás, como se o corpo estivesse sentindo o arrepio da boa punheta. E percebi que eu não podia mais chamar um carro aquela hora, pois meu pau queria pular pra fora da calça. Tornei a andar para o interior da praça, e sentei em um banco a uma determinada distância do homem, de modo que eu não o atrapalhasse. Porém, ao me ver, ele novamente parou. Percebi que ele parecia pegar sua pequena bolsa para ir embora, então tirei o meu pau e comecei a alisá-lo ali. Foi o suficiente para o homem abrir novamente suas pernas, sacar o pau da calça e socar uma punheta. Fiquei uns 10 minutos observando aquela cena, até que me levantei e andei em direção a ele. Ressabiado, ele guardou o pau, mas não dava pra esconder o volumão em sua calça. Ao chegar perto dele, parei, segurei meu pau, e falei: "é muito bom tocar uma punheta né". Suficiente para que ele tirasse novamente seu pau da calça e começasse a punhetar ali na minha frente. A praça deserta, um homem sentado tocando punheta e eu de frente observando. De repente ele começou a gemer, com os dedos apertou seu peito por cima da camisa, jogou o corpo pra frente e soltou um belo jato de porra no chão. Ao fim da gozada, balançou a piroca pra sair a gota de gala presa, guardou dentro da calça, se levantou e, antes de sair, exclamou: "É tão bom que todos os dias eu saio do trabalho e paro meia hora nessa praça, no mesmo banco, há mais de 10 anos, e toco uma punheta aqui". E foi embora, aliviado por sua gozada, me deixando ali, de piroca dura, e me obrigando a dar uma aliviada ali mesmo, naquele banco, me esforçando para que minha porra caísse em cima da porra dele. Soquei, gozei, guardei a pica melada, e ao reparar ao redor da praça, lá estava ele, no local onde eu estava antes chamando um carro, me observando socar uma punheta. Dei uma risada, e fui chamar o carro. Esperei em silêncio, a poucos metros daquele homem. Assim que o carro chegou, quando eu estava pronto para abrir a porta traseira, ouvi: "é muito bom tocar uma punheta né". Apenas ri, e vim embora. Se tenho uma certeza, é que esse homem estará lá, naquela praça, amanhã, sentado naquele banco com o seu pau na mão pronto para dar mais uma gozada.


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