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sexta-feira, 3 de julho de 2026

POEMA DOS PENTELHUDOS (OU NÃO)

Nas curvas do pau se revela o visual,
o saco muda de estilo e de textura ao olhar.
Pentelhos distintos pra quem quer apreciar,
apenas a imagem, o contorno e o detalhe no ar.

Depilado, pele lisa e reluzente,
o saco aparece nu, redondo e bem definido.
Sem fio algum, destaca o formato presente,
limpo, brilhante, como escultura no corpo esculpido.

Curtinhos e aparados com precisão,
um leve tapete rente, somente visível de perto.
Dá contraste sutil na pele da região,
organizado, bem cuidado, visual limpo e esperto.

Aparados, mas não tão curtos assim,
pelo médio que marca presença sem exagerar.
Textura equilibrada no saco e seu arredor,
dá volume e contorno, sem esconder nem revelar.

Pentelhudos, com fios cheios e naturais,
uma cobertura escura que envolve e emoldura.
O saco ganha volume, sombra e detalhes visuais,
selvagem no aspecto, rico em textura pura.

E os muito pentelhudos, densos e volumosos,
uma mata espessa que quase esconde o que há por baixo.
Visual robusto, cheio, com fios longos e frondosos,
e um cheiro natural típico de rola de macho.



2 comentários:

  1. Pra mim punheteiro tem que ser pentelhudo,bater com aquela mata grande e o cheiro, torna tudo mais tesudo

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