"Mano, sigo o blog há um tempão, e apesar de viajar nas paradas postadas aqui, nunca me identifiquei muito, achava que a era de macho punheteiro ia passar, e eu seria diferente de vocês aqui. Mesmo com o tempo passando e completando 20 anos, eu ficava bem tranquilo quanto a isso, tanto que arrumei uma mina. As dificuldades apareceram no início, mas pensei que seriam facilmente vencidas. O primeiro obstáculo, aprender a beijar, como falar pra mina que um cara de 20 anos não sabia beijar? E logo surgiu o segundo obstáculo, conseguir me segurar. Todas as vezes que eu beijava a mina, chegava em casa com a cueca molhada. Algumas vezes eu babava tanto, que no caminho pra casa eu gozava só do pau deslizando na baba. Uma vez foi tão insano, que gozei enquanto beijava. Uma outra vez deixei ela no portão de casa e começamos a nos beijar, então ela enfiou a mão em minha calça, meu pau latejando de duro não resistiu a segurada dela, gozei ali mesmo. Eu estava ansioso, precisava controlar isso. E sempre que a coisa esquentava, o resultado era o mesmo, ela pegava meu pau, e pouco depois eu gozava. Uma vez ela perguntou se sempre fui assim, eu disse que não, era ansiedade somente. Falei que quando tocava punheta, ficava mais de uma hora, mas com ela eu não conseguia. Então ela resolveu avançar mais. Quando tornei a levá-la em casa, no corredor escuro ela não tocou em meu pau, apenas abaixou, abriu o ziper e levou um jato na cara antes de colocar a boca. Pedi desculpas e prometi que não iria mais acontecer. E para cumprir minha promessa, toquei 2 punhetas antes de sair de casa. Com a mina, pau já satisfeito, com certeza ia durar mais. E durou. Ela novamente abaixou, abriu o ziper da calça, e eu enfim senti como era ser mamado, por aproximadamente 10 segundos. Dia seguinte recebi uma mensagem dela, não queria mais me ver. Por que eu durava tanto na punheta e não durava nada na tentativa de sexo? Queria entender, mas não entendia. Saí com 2 amigos, bebemos pra caralho, e começamos a falar merda, e acabei contando pra eles que a mina me laregou porque eu era precoce com ela. Um deles aproveitou minha confissão pra dizer que também gozava rápido, punhetava muito mais gozava rápido. O outro confessou que havia transado uma vez na vida e nunca mais transou. Sentamos numa praça e falamos: vamos bater punheta. No meio da punhetação, o parceiro que confessou ser precoce tomou a iniciativa, chamou pra mão amiga. segurou meu caralho e do outro, ajoelhado na nossa frente (estávamos sentados no banco) enquanto socava nossas rolas. De repente ele falou "que se dane, tô bêbado" e meteu a boca no pau do outro amigo. O cara arregalou o olho, mas deixou, se sentiu nas nuvens. De repente ele virou pra mim e abocanhou meu pau, e em questão de segundos, gozei. Pedi desculpas por gozar na boca dele, e ele voltou a mamar o outro amigo até que ele gozasse. Acabou, fomos pra casa e nunca mais falamos disso. Mas aquele episódio serviu pra uma coisa, não era ansiedade com a mina, era simplesmente o fato do meu pau não servir pra transar. Ter um amigo quase virgem e um mamador me fez entender que eu seria o punheteiro virgem do grupo."
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