"Sou o T., 32 anos, morador de Minas Gerais. Aos 18 anos engravidei minha namorada e precisei casar com ela. Não foi nenhum sacrifício, pois eu a amava, ou melhor, eu a amo, ainda mais do que amava antes. Nosso casamento sempre deu muito certo, tínhamos uma vida sexual bastante ativa e, 4 anos depois do primeiro filho, ela engravidou novamente. Ficamos felizes, mas logo surgiram problemas, uma gravidez de alto risco exigiu repouso absoluto, e nossa vida sexual precisou dar uma parada. Eu sempre curti muita putaria e, 3 dias sem fazer sexo, já foram suficientes para me deixar maluco. Como trair ela não era uma opção, recorri a boa e velha punheta. No começo foi estranho, pois desde antes do casamento eu não batia punheta, pois não sentia necessidade disso, mas a medida que fui sentindo minha rola em minha mão fui lembrando de como era uma sensação gostosa. Uma sensação tão gostosa que comecei a bater todos os dias, e de repente, mais de uma vez por dia. E foi aumentando, a ponto de acordar mais cedo só pra bater uma antes de ir trabalhar. O banheiro de casa virou meu cômodo favorito, e sem perceber, comecei a montar minha rotina baseada em punheta, e quanto mais eu gozava, mais tinha vontade de gozar, e mais precisava punhetar. Quando chegou o grande dia, do meu segundo filho nascer, vivi o ápice, pois estava muito nervoso e fui cerca de 5 ou 6 vezes ao banheiro do hospital para punhetar. Meu filho nasceu, minha mulher foi pra casa, o tempo passou e tudo voltaria ao normal, exceto por uma coisa, eu não conseguia nem diminuir a frequência da punheta. Mas tudo bem, voltaríamos a transar e eu ia diminuir, talvez até parar. Ledo engano. Assim que fomos liberados a voltar a vida de casal as coisas foram bem diferentes do que eram. O meu pau estourando de duro na minha mão, cismava em cair quando partíamos para o ato. Uma noite intensa de tentativas e brochadas, que terminou no banheiro com uma punheta. E os dias seguiram da mesma forma, pau duro pra mão, mole pra esposa. Procurei ajuda médica, era algo da minha cabeça, precisava aliviar a pressão psicológica. E nessa tentativa de aliviar essa pressão, eram 4 ou 5 bronhas no dia, e a brochada a noite. Decidi que não punhetaria mais, e seguraria todo o tesão pra noite, não consegui, sem perceber estava batendo uma. Decidi então transar logo ao acordar, e nada, a piroca só queria minha mão. Até o dia que minha mulher me pegou batendo uma no banheiro e, compreensiva, pensou em apimentar a relação: convidou um casal pois, talvez assistindo, eu sentiria tesão e conseguiria comer ela de volta. Pois foi nessa que as coisas complicaram. Quando eu vi o camarada com mais de 1,90 m, pirocão duro metendo na mulher dele, meu pau quase estourou de tão duro, mas foi só minha mulher se aproximar e ele começou a bambear, e quando ela colocou a boca, ele logo amoleceu. Fiquei mal, muito mal com aquilo, queria sumir. Ela, revoltada, se aproximou do camarada e pediu pra chupar o pau dele, porque não aguentava mais ter um broxa em casa. E quando ela ajoelhou na frente dele, meu irmão!!!!! Eu fui a loucura! Meu pau explodiu de tão duro, eu soquei 2 punhetas seguidas enquanto ele dava de mamar pra minha mulher. Ela, sem acreditar, perguntou o que estava acontecendo, e eu pedi ela apenas pra abrir as pernas e deixar ele meter nela. Enquanto ela se aliviava toda em cima daquela piroca, eu me acabava socando o meu punhetão. Ao final de tudo, o camarada saiu de casa dando um recado meu debochado 'quando tiver afim de ser corno de novo, só chamar'. Eu e minha esposa fomos dormir sem nem tocar no assunto, mas no dia seguinte ela me perguntou o que estava acontecendo, e se eu queria me separar dela. Respondi a verdade, eu não queria me separar, queria que o cara voltasse e metesse nela de novo. Sem acreditar no que ouvia, ela disse 'além de broxa você que virar corno?', e essas palavras ditas as 7 da manhã me fizeram chegar atrasado no trabalho, pois fiquei com pau tão duro, mas tão duro, que precisei ir punhetar. E conforme eu queria, aconteceu, o camarada voltou a noite, botou minha mulher de quatro e meteu-lhe a piroca. Pediu para que eu aproximasse, e vocês já sabem, o pau caiu. Ela, que já havia percebido o que aconteceu de manhã, disse 'não liga pra ele, esse corno é broxa', e ele rindo falou 'porra irmão, vai deixar te humilhar assim?'. A resposta veio dela 'corno não deixa nada, corno aceita'. Ao final eu olhei pra ela e disse o 'eu te amo' mais sincero de toda minha vida e ela, entendendo que fiquei assim durante o período de gravidez, prometeu que não me deixaria sem sentir prazer. E não deixa mesmo, final de semana, quando os filhos vão pro sítio com os avós, ela se libera. Eu levo os 3 mais cedo, e quando volto ela já está mamando alguém. Vocês podem estar pensando, mas se depois do segundo filho eles não transaram mais, como são três? Acho que já imaginam a resposta. Hoje, aos 32 anos de idade, sou um cara bem sucedido profissionalmente, mas sexualmente sou viciado em punheta, broxa pra sexo e corno. E o principal: FELIZ."




