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CONHECENDO OS MASTURBADORES

Essa é uma pesquisa para que possamos nos conhecer um pouco mais, saber mais sobre nossa irmandade de masturbadores. Prometo estar sempre co...

quarta-feira, 30 de julho de 2025

6 ANOS DE BLOG - FETICHES

Nesses 6 anos de blog li muita coisa aqui, conheci muito fetiche de seguidor, além de explorar melhor alguns meus também. 

Encorajado por um seguidor, fui a um local de pegação entre homens para ficar me masturbando enquanto via eles se pegando. O mesmo seguidor com suas histórias me despertou a vontade de ver moradores de rua se masturbando, e já até me masturbei com alguns depois disso. Impressionante como a punheta aproxima os homens. 

Dos fetiches que recebo aqui, muitos me impressionam pela criatividade, outros pela simplicidade. Faço questão de deixar claro que nada proibido é permitido por aqui, e todos os meus seguidores sempre respeitaram isso.  

O fetiche que mais me impressionou foi o uso de gaiolas de castidade, os caras trancam o pau em um aparato de metal ou silicone e não podem manipulá-lo. Alguns até mexem por cima do equipamento mas, quando gozam, é com o pau mole. É algo que eu certamente nunca conseguiria fazer, mas que traz prazer a muitos seguidores.

Outro fetiche que chama a atenção, e sempre falo dele aqui, é a mijada. Muitos (muitos mesmo) adoram brincar com mijão na hora da punheta, e é bom pra caralho mesmo. Sou fissurado em socar uma todo mijado, senti o líquido quente saindo da minha pica e batendo no meu corpo. E se o jato vier no rosto? Namoral, aproveita! Bota o linguão pra fora e aproveita!

Dois fetiches em especial, que eu não tinha interesse, me chamaram atenção, até pela quantidade de gente que gosta. Um envolve o cheiro de pica (não o cheiro normal, mas o cheiro forte mesmo) chegando até a juntar esmegma. Chamou tanta atenção que certa vez passei o dia mijando e não balançava a rola só pra ver como ficava, e no final do dia estava um cheiro muito forte, um fedor de mijo do caralho na cabeça do meu pau, que me deu um puta tesão, e que se antes eu era meio avesso, hoje não sou mais. Tanto que cheguei a deixar juntar um pouco de esmegma, mas isso contarei pra vocês daqui a pouco em outro post. Namoral, mudou minha forma de ver a punheta com cheiro de pica.

O outro fetiche que chamou minha atenção, e eu não experimentei, arrepia 90% de vocês aqui. Arrepia de medo. Ballbusting, fetiche que consiste em dar e/ou receber golpes no saco. Quando recebi a primeira vez algo de ballbusting me assustei e pensei em como alguém poderia curtir algo assim, mas como adm do blog fui pesquisar sobre o assunto. E olha que interessante, assistindo vídeos com o tema, fiquei de pau duro. E sabe o que mais? Maratonei uma madrugada só assistindo caras golpeados nas bolas, e soquei punheta até gozar. Ainda não experimentei mas, quem sabe? Falo mais pra frente também.

E você, nobre leitor, tem algum fetiche para contar pra gente? Manda pro e-mail rodadepun@gmail.com

Só lembrando o seguinte: seu fetiche somente é válido se não prejudicar ninguém.

terça-feira, 29 de julho de 2025

6 ANOS DE BLOG - ESTATÍSTICAS

Nesses 6 anos de blog tivemos 268693 visualizações. Pode parecer pouco, mas sabe o que isso significa? Foram aproximadamente 44782 visualizações por ano. Considerando a média diária foram pouco mais de 122 visualizações diárias. Pouco né? Mas é importante considerar que o público com o qual o blog conversa é bastante peculiar. Como já falei, não é um blog para punheteiros esportistas e convencionais (que são muitos bem vindos), mas um blog voltado ao cara masturbador, o crônico, o nerd, o virgem. 

O mês mais visitado do blog até o momento foi abril de 2022, com 8811 visualizações. Ao todo recebemos 815 comentários em nossas 741 postagens até o momento e, pasmem, 10683 e-mails (os quais a maioria foram respondidos, mas nem sempre é possível). E a estatística mais importante, nesses 6 anos eu bati punheta todos os dias.

Quanto as postagens, algumas foram muito visitadas no blog. Vou apresentar para vocês o pódio com as mais visitadas aqui:

3° lugar: COMO É A CABEÇA DO SEU PAU?, de 3 de fevereiro de 2021, com 1,8 mil visualizações. Veja aqui

2° lugar: ADMIRAR UM PÊNIS DURO, de 30 de agosto de 2020, com 2,3 mil visualizações Veja aqui

1° lugar: O QUE IMPORTA, O PAU DURO, de 7 de março de 2021, com 11,3 mil visualizações Veja aqui

domingo, 27 de julho de 2025

6 ANOS DO BLOG O MASTURBADOR

Nesse domingo o blog O MASTURBADOR completou 6 anos. Ele surgiu de uma necessidade de expor a minha solossexualidade para que outros caras como eu pudessem ter orgulho de ser o que somos: punheteiros. Por aqui tem de tudo, o punheteiro esportista, o punheteiro ocasional, o punheteiro viciado e o crônico, o edger, o esporrador, o punheteiro fudedor e o virjão, e acabou virando um grande ponto de encontro onde todos nós, tão diferentes, podemos celebrar algo em comum: A PUNHETA.

Por diversas vezes eu pensei em parar o blog, por cansaço, por dificuldades em continuar esse compromisso, mas cada vez que leio uma mensagem de vocês vejo que vale a pena continuar. São relatos para postar na página, contos, dúvidas e as vezes até desabafos que ficam somente no e-mail. É muito satisfatório receber uma mensagem com os dizeres 'com o blog foi mais fácil entender que não estou sozinho e posso aceitar o que sou'. E o mais importante, venho fazendo amigos aqui, caras que prolongam o assunto no e-mail e acabam indo para o whatsapp, e com isso surge uma amizade entre dois punheteiros que entendem a necessidade um do outro. 

Em vista disso, não posso fazer nada diferente do que agradecer a todos vocês que fazem esse blog diariamente, mandando histórias e estórias, ou lendo e dando audiência a nossas postagens. Estou aqui de pau duro escrevendo e comemorando essa data tão importante. Minha gozada hoje é para vocês. Parabéns ao O MASTURBADOR! 




sexta-feira, 25 de julho de 2025

RELATO DO SEGUIDOR: "CORNO E PUNHETEIRO"

"Bro, tenho 43 anos e sou casado há 15 anos com uma mulher 10 anos mais nova que eu. Nosso casamento ia muito bem no início, até que eu cometi uma infração grave, a traí com uma amiga do trabalho e ela descobriu. Tínhamos apenas seis meses de casado, e parecia que tudo ia se desmoronar. Ela me botou pra fora de casa e, depois de um mês e meio implorando, ela me aceitou de volta. Porém nosso relacionamento já não seria mais o mesmo, pois ela não permitia que encostasse nela, sempre me pedia um tempo para que essa fase passasse. Eu respeitei, e decidi também não procurar outras mulheres, pois eu não queria perdê-la de vez. Só me restava a punheta. Certa vez, saí do trabalho mais cedo e, ao chegar em casa, ela não estava. Achei estranho não ter me falado nada, mas tudo bem. Logo a vi chegando em um carro e, ao me ver, pareceu meio assustada. Mas não questionei, não estava em condições de fazer isso. Numa outra oportunidade, cheguei do trabalho na hora correta, e ela também não estava. Chegou mais tarde de carro, perguntei onde ela foi e ela desconversou. Na hora veio o pensamento 'será que ela está me traindo?', mas tirei aquilo da cabeça. Dois dias depois, novamente ela não estava em casa, e novamente o pensamento da traição veio. Eu precisava de reconquistar aquela mulher, não queria perdê-la para outro homem. Resolvi fazr um jantar e quando ela chegou foi uma grande surpresa. E essas saídas tornaram-se corriqueiras, pelo menos 2 vezes na semana, e ela chegava em casa com seu jantar pronto. Eu queria perguntar, mas não tinha coragem, até que ela me perguntou se eu a estava traindo, pois estava muito bonzinho pra ela. Eu disse que não, que apenas não queria perdê-la, e tinha muito arrependimento do que fiz no passado. Mas a desconfiança era grande, e rsolvi monitorar, até o dia que a vi saindo de casa com um cara em um carro, e segui o carro. Foram para um motel, e, em estado de choque, entrei no motel com meu carro e pedi para ficar no quarto ao lado deles (foi preciso dar um agrado para o recepcionista e garantir não fazer nenhum escândalo). Já no quarto, eu ouvia as estocadas fortes que minha mulher levava, e em desespero, eu caí no choro, chorei muito. Porém, com o passar do tempo, as lágrimas foram cessando, e meu pau endurecendo, e quando percebi eu estava ali batendo uma punheta pra uma vadia que me colocou em abstinência de sexo e tava levando pirocada de outro homem. Fui pra casa, e quando ela chegou, não aguentei, e abri o jogo. Foi então que ela me disse que desde que voltou pra mim me traía, e que se eu quisesse podia ir embora, mas nunca mais a teria. Fui arrumar minhas coisas e, naquele momento, lembrei de dizer a ela que enquanto ela dava pra outro, eu estava me masturbando pensando nela, ouvindo os gemidos dela e gozei assim. Pedi a ela uma nova chance, e então ela disse 'só se você aceitar que eu dê para outros homens'. Não sei onde estava com a cabeça, mas aceitei. No começo era difícil, eu chegava em casa e não a via, sabia que ela estava com outro, aé que um dia ela me propôs que eu encaminhasse um amigo do trabalho para comer ela. Foi um choque, mas era isso ou o divórcio. Passei por cima do meu orgulho e falei com ele. Dias de negociações, e ele aceitou. Cheguei do trabalho e levei ele para conversar com ela e se organizarem, mas não imaginava que aconteceria ali, enquanto eu preparava o jantar, os dois foram pro quarto. Não, eu não podia suportar isso, fui lá para acabar com tudo aquilo, e ao aproximar da porta ouvi ela pedindo pra socar a xota dela. Meu pau quase rasgou a calça, encostei o ouvido na porta e soquei uma punheta enquanto ela era socada. Terminada a ação, jantamos como se nada tivesse acontecido, e quando meu colega resolveu se despedir, pedi a eles que me deixassem ver (eu não havia gozado, estava no auge do tesão). E ali mesmo, na sala, minha mulher ajoelhou e começou a mamá-lo, ela tratava a rola dele com um prazer que nunca tratou a minha, e em poucos minutos estava em cima da mesa sendo fodida, e eu ali, observando aquilo tudo, me acabando na punheta, vendo meu colega de trabalho fazendo o que eu devia fazer. Até que ele gozou novamente dentro dela, e quando a porra escorreu ela me chamou e apenas ordenou 'lambe, corno!'. Lambi a porra escorrendo pela perna dela, e ouvi 'aproveita que isso é o máximo que você terá de mim'. Desde então minha mulher é possuída por vários homens diferentes, alguns eu estou presente, outros não. Arrumo homens pra ela, e quando ela ordena lambo a porra que escorreu por suas pernas. Ela transa de 3 a 4 vezes na semana, às vezes até mais. Eu nunca mais transei na vida."











O PERFIL DO PUNHETEIRO

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segunda-feira, 14 de julho de 2025

O TESÃO DE UMA BOA MIJADA

Tenho percebido que boa parte da galera que envia mensagem no e-mail pra trocar uma ideia tem algum fetiche com mijo. Uns curtem ver vídeos de caras mijando, outros já curtem ver os caras mijando mesmo, seja na rua ou em algum banheiro, outros curtem até brincar com um mijão na hora do tesão. Independente da forma, dá pra perceber que a galera curte ver uma piroca soltando uma boa mijada. E na moral, é bom mesmo, eu curto pra caralho. Muitas vezes passo horas vendo vídeos de caras mijando enquanto soco uma, se tiver mijando em outro cara então, fico maluco! E se estiver em um banheiro público e um cara entra pra mijar e eu vejo o jato saindo da rola dele, fico de pau duro na hora. Certa vez fiquei com tanto tesão de ver um cara mijando na rua com a piroca de meia engorda que cheguei em casa e mijei em meu corpo todo, e bati uma pensando naquela rola soltando um mijão na árvore do parque. Aliás, tem dias que não balanço a rola depois de mijar, o dia inteiro, pra chegar em casa a noite e sentir a cueca e a cabeça da pica exalando cheirão de mijo. Costumo dizer, o cara que não tem tesão numa boa mijada é porque nunca tocou uma punheta mijando, na moral, muito maneiro a rola dura se esforçando pra mijar e o jato saindo pro alto. Uma rola mijando é uma das maiores e mais belas representações de um macho exibindo sua masculinidade. Mijar com um amigo do lado é uma das maiores intimidades que só homens entendem.

Alguns caras avançam nessa intimidade e soltam um mijão um no outro. Na moral, que tesão isso! Já tive a sorte de levar uma mijada na rola, e o mijo quentinho batendo na cabeça me fez quase gozar na hora. Tem aqueles que chegam no ápice, mijando ou levando mijada na boca, a única que não experimentei, AINDA. Mas vou falar a real, ver uma mijada na cara e na boquinha me deixa galudão, com a porra querendo cuspir fora o leite.

Concluindo, não importa a forma que aconteça, mas a mijada é, sem sombra de dúvidas, uma das formas mais certeiras em deixar uma rola em riste!









 

sábado, 5 de julho de 2025

A PUNHETA COMPARTILHADA

"Não há nada de novo sobre masturbação ou masturbação mútua compartilhada entre homens na Irmandade Fálica. Quando homens se masturbam juntos, o compartilhamento pode rapidamente se transformar em genuíno Amor Fraternal. Assim, vocês nem precisam saber muito um sobre o outro e, ainda assim, um vínculo erótico de conexão genuína pode se desenvolver muito rapidamente! Quando conhecemos um homem online e começamos a nos conectar, podemos comunicar algumas coisas importantes. E quando vemos o pênis de um homem, e especialmente se entregando ao prazer, um vínculo definitivo existe. Algo profundo é comunicado, algo não verbal, até mesmo pontes primordiais entre você e um homem. Uma espécie de impressão é criada. Esse tipo de vínculo se estabelece naquele reino da intimidade solossexual, onde um homem dedica tempo a amar a si mesmo. Não apenas emocional e mentalmente, mas também fisicamente. O mais jovem vivencia não apenas a questão do consentimento, mas também a disposição de pedir o que você deseja. Ele gosta de sentir a ereção espessa e quente do mais velho em sua mão."

A punheta compartilhada nos tira da condição de estranhos e nos coloca na condição de irmãos, irmão de pica, irmãos de rola!

Adaptado de Men Love to Masturbate - em https://www.eroticengineering.com/








FAZENDO AS VONTADES DA ROLA

O homem quando se perde no vício da masturbação não consegue pensar em outra coisa. Acordar pensando em punheta, trabalha pensando em socar uma, passa o dia esperando a hora que vai poder alisar o caralho. De repente, do nada, a pica fica dura, e sim, ela comanda, o pensamento fica apenas no caralho duro, e é preciso procurar um local para aliviar, um banheiro, uma sala vazia, um canto qualquer. Pelo menos umas sacolejadas na piroca é preciso. E as vezes, no auge da inocência, lhe surge o pensamento "vou gozar para aliviar a vontade da rola". Ledo engano, minutos depois ela está dura de novo. E seus pensamentos se perderão novamente nas vontades de sua rola, e você precisará bater de novo, e de novo, e de novo. Porque a vontade nunca vai passar, e aí você vai entender porque nos chamam de perdedores, porque perdemos pra rola. E estamos aqui apenas para satisfazer as vontades dela, a ROLA.