"...Me casei aos 21 anos por pressão da família *** (religiosa), mas sem interesse nenhum no casamento. Até pensei que após a noite de núpcias mudaria alguma coisa, mas me enganei. Primeiro porque me casei virgem por causa da família, segundo porque eu estavia viciado em punheta e não sabia. A noite de núpcias foi um fracasso. Até consegui fazer sexo, mas foi uma experiência muito frustrante, pois nem de longe se assemelhava ao prazer que eu sentia me masturbando. A segunda experiência veio semanas depois, e, ao longo de 1 ano e meio, fazíamos sexo em intervalos bem longos, até que comecei a broxar. O pau subia, eu metia, e de repente ele caía, é eu tinha que me masturbar pra ele endurecer, mas era só meter que ele caía de novo. Com o tempo o casamento foi ficando muito ruim e desgastante mas, por pressão familiar, a separação não era uma opção. Até o dia que minha esposa encontrou um homem que a fez mulher de verdade. Não sei ao certo quando foi, mas representou uma virada de chave em nosso casamento. Quase 6 meses depois de nossa última relação sexual, encontrei no cesto de lixo uma camisinha usada, enrolada em um papel higiênico. O teto parecia desabar sobre mim, peguei aquela camisinha e fiquei pensando no que dizer a minha esposa. Pensei em arrumar minhas coisas e ir embora, mas precisava conversar com ela antes. Esperei ela chegar em casa e, quando ela chegou, perdi a coragem de questionar. A noite não consegui dormir, só pensando naquela camisinha que encontrei, e olhei para minha mulher dormindo tão serena, que na hora pensei 'ela está feliz, porque encontrou um homem'. Não dormi a noite toda, e assim que ela acordou, eu disse que encontrei a camisinha. Ela ficou sem reação, começou a chorar, me pediu perdão e disse que entenderia se eu a largasse, mas que por favor não contasse o motivo, pois a família a abandonaria (éramos da mesma religião). Perguntei qual a razão dela ter feito aquilo, e então ela me disse que precisava de um homem, sentir o que um homem poderia fazer. E naquele momento eu tive a certeza que nunca havia sido homem pra ela. E ao mesmo tempo me questionei, mentalmente, por que nunca mais a procurei. E perguntei se ela estava feliz, e ela respondeu que se sentia mulher. Naquele momento só saí de dentro de casa. Sentei num banco de uma praça, tirei a camisinha usada do bolso e me surgiram mil pensamentos, e o que mas fez sentido foi que ali estava uma piroca que fez minha mulher feliz. Voltei para casa, a encontrei chorando, sentei de frente pra ela, e pedi que parasse. Ela jurou que nunca mais faria isso, então pedi que não jurasse nada, pois eu jamais daria a ela o prazer que aquele homem havia dado. Foi então que ela me confessou que ele não havia sido o único, que, desde a primeira vez, ela fazia isso com frequência. Com riqueza de detalhes ela me contou de quando criou coragem para me trair, ouvi atentamente e, sem emitir uma palavra, me retirei e fui tomar um banho. Foi aí que vi minha cueca encharcada de baba, e min ha rola dura. Sem perceber, estava me masturbando imaginando homens transando com minha mulher, apenas quando gozei reparei no que foi meu gatilho. Saí do banho, olhei para ela e pedi: "me deixe ver um homem te possuir". Ela negou, mas insisti, até que ela deixou. E ali, vendo a minha mulher ser fudida por um macho de verdade pude perceber o quanto estávamos deixando nossa felicidade para trás. Ele a estocava como eu nunca havia feito antes, ensinando-me como deve-se manejar uma rola. Enquanto ele socava, eu me masturbava, e de repente ele urrou no a pica afundada na buceta da minha mulher, e minha rola explodiu em jatos de porra para o alto. Quando ele saiu, a única coisa que consegui dizer para minha esposa foi "eu te amo". Abraçado a ela, disse que acabara de me tornar o homem mais feliz do mundo, e pedi que ela nunca me abandonasse. A partir daí nossa vida mudou, largamos a n ossa religião pois já não nos atendia mais, e de 2 a 3 vezes por semanas mantemos relações sexuais: ela com outros caras e eu assistindo e me masturbando. Nunca mais a toquei e nem fui tocado por ela, a exceção de quando os caras tiram o pau de dentro, tiram a camisinha e gozam em cima da bunda dela, e me mandam lamber. Como todo bom corno, obedeço o macho de nossa relação. Cinco anos já se passaram, e estamos cada vez mais felizes. Atualmente nossa família tem falado muito em filhos, e nós estamos pensando em fazer um, claro que com ajuda de um macho de verdade para engravidá-la, pois sou apenas um corno punheteiro."









Não meto na minha namorada, a gente se masturba juntos, mas, se amanhã, ela quiser arrumar um cara que transe com ela, teria ciúmes e terminaria numa boa. Não me importaria caso ela usasse um consolo. Aliás,dou muitos brinquedos de sex shop de presente
ResponderExcluirVc já optou por punheta.
ExcluirE isso é ótimo
Se quiser conversar
54 99932-8107 waths