Esse relato é de um seguidor que conheci há um bom tempo em um bate papo e começamos a trocar ideia. Já se passaram mais de 4 anos de amizade de punheta, sem nunca termos nos visto pessoalmente, até porque ele mora na cidade de Fortaleza, no Ceará. Pedi a ele que escrevesse sobre sua vida de punheta, e ele forneceu uma das mais brilhantes histórias de punheteiro que já vi. Me encheu de orgulho de ser punheteiro. Segue:
"Para os leitores do blog, vou me apresentar: sou um homem de 67 anos, viúvo, pai de 3 filhos homens e avô de um neto. Sempre fui muito safado, não podia ver uma mulher que eu queria comer, devo ter comido mais de 100 mulheres na minha vida. Até que, novo, aos 24 anos, engravidei uma namorada que eu tava comendo. Há quase 40 anos atrás, não tinha outra opção, eu precisava casar com ela. Casei, e sosseguei, pois foi um casamento muito feliz. Nosso filho nasceu. Dois anos depois, outro filho. Mais 2 anos, o terceiro filho. Nossa família crescia, mas de repente um acidente a tirou de mim. E eu vi meu mundo desmoronar, 3 filhos homens (1, 3 e 5 anos de idade). Eu não sabia o que fazer. Queria morrer, mas precisava cuidar daqueles meninos. E assim foi feito, dediquei minha vida a trabalhar e cuidar da herança que aquela mulher me deixou. A vida era trabalhar e cuidar dos meninos, que passavam o dia na escola e casa dos meus pais. Não sobrava tempo pra nada, nem pra mulher. Aquela época eu estava com 29 anos, tesão forte no corpo, mas não queria conhecer outra mulher. A punheta virou minhsa companheira. Lembro bem do dia, um sábado frio de 1992, coloquei os meninos para dormir e, depois de muitos meses, me aliviei. E lembrei de como era bom gozar, como era bom ser puto e safado igual eu era. Mas eu ainda não estava preparado para arrumar uma mulher, e a punheta virou minha companheira. O tempo passou, os filhos cresceram. O mais velho foi pra faculdade de engenharia, o do meio foi estudar direito, já o mais novo, esse virou namorador. Trabalhador, mas não preocupado com estudos. Aos 19 anos, ele chega em casa com uma bomba, engravidou uma namorada. Não permiti que a abandonasse, e ele se casou. Os outros seguiram com os estudos, e sem namoradas. Quando o mais velho se formou, perguntei a ele se não estava na hora de se casar. O caçula, já casado, riu e soltou 'O ... não quer saber de mulher não pai. Seu único filho que gosta de mulher sou eu'. Engoli aquela informação, e perguntei aos meus outros 2 filhos se eles eram gays. Responderam firmemente que não. Eram adultos, não saíam de casa, não conheciam mulher. Perguntei o que aconteceu. O mais velho se abriu 'estudei muito pai, não deu tempo'. O do meio olhou pra mim e disse que conheceu uma mulher na vida, mas não consumou o fato devido sua vergonha. Perguntei a ele. Sem graça, me disse que tudo que tinha nos irmãos, não tinha nele. Não entendi na hora o que ele quis dizer, mas devido ao constrangimento da situação, encerrei o assunto. Os dias se passaram, meu filho mais novo foi me visitar (sempre todos os finais de semana) e me ab ri com ele, disse que conversei com os outros dois, e fiquei preocupado. 'Pai, o ... só quer estudar e tocar punheta. Já o ... tem vergonha do pau dele. Deixa que neto eu te dou'. E deu, um neto homem. E, assim como foi comigo, o destino foi cruel com ele. 3 anos se passaram, sua esposa adoeceu e não resistiu. Pedi que voltasse pra casa, não ficasse sozinho. Meses depois do ocorrido, ele me perguntou 'como aguentou tanto tempo sem mulher, pai?'. Expliquei a ele que um homem sozinho com 3 filhos não tinha como sair pra rua pra pegar mulher. 'E o que o senhor fazia'? 'Tocava punheta', respondi na lata. 'Pai, será que nunca mais vou comer mulher, vou só tocar punheta, igual o senhor?'. Fiz um carinho em sua cabeça, e falei 'o tempo filho, deixa o tempo agir'. E o tempo agiu. Ele, o caçula, chegou em casa numa tarde de sábado com umas cervejas. O filho, prestes a completar 4 anos, havia ido visitar os avós maternos, muito presentes na criação. Ficamos nós 4, eu e os 3 filhos, tomando cerveja. Eis que o caçula solta 'logo eu, o comedor, tô aqui com 3 punheteiros tomando cerveja, e vou ter de tocar punheta pra dormir'. Os irmãos, assustados, não falaram nada. Eu falei 'foi assim minha vida toda, desde a perda da mãe de vocês, há 23 anos atrás'. E então veio o susto, ao ouvir meu caçula 'foda-se, vamos tocar punheta'. Tirou o pau pra fora e começou a punhetar. Os irmãos instantaneamente o repreenderam. Mas eu não, eu passei por aquilo, sabia o que ele tava sentindo, e falei 'vamos tocar punheta'. Os ouros dois, incrédulos, parados, até receberem a ordem do irmão 'vamos, toquem punheta também, vocês tocam todos os dias escondidos no banheiro, não se escondam agora'. Meu filho mais velho não resistiu e tirou seu pau. O outro, apenas observando. Falei 'vamos filho, toque'. 'Tenho vergonha, pai'. Fui até ele e pedi 'nunca tenha vergonha desse cara que te criou, se sou um punheteiro, foi pra cuidar de vocês. 'Pai, o senhor deu pau pros meus irmãos, e esqueceu de mim'. Sou dotado, tenho 21 cm de pau. O filho mais velho e o caçula me puxaram. E aí entendi a vergonha dele, um pau duro que, meses depois ele teve coragem de medir e constatou ter 9 cm. Falei 'filho, toque conosco'. E tocou. Pai e 3 filhos. Mais tarde, perguntei ao filho do meio 'você é virgem'? Sim pai. O mais velho surgiu na conversa 'Também sou pai'. E conversando na sala, passa o caçula em direção ao banheiro, mão cheia de porra, havia tocado outra. Ao voltar, sentou conosco e pediu 'vamos ter liberdade para tocar punheta, mas vamos respeitar meu filho'. E a partir daquele dia a punheta passou a ser algo natural da casa. Chegar em casa e encontrar um filho masturbando na sala, ou sair do quarto de pau duro, sujo de porra. E os anos passaram. Cheguei aqui, aos 67 anos, ainda batendo punheta. Meu filho mais velho, com 43, e o outro com 41, seguem morando aqui, virgens. O caçula, com 39 anos há 16 fazendo o que faço há 38, nunca mais conheceu mulher. Meu neto está com 20, e sempre foi respeitado na casa, inclusive quando os hormônios começavam a aflorar. A casa era de punheteiros, mas nunca batemos uma punheta na frente dele. Mas o destino nos prega peças. Cheguei em casa meses atrás e o peguei em flagrante tocando punheta na sala. Assustado, implorou para que não contasse a ninguém. O tranquilizei, dizendo que eu fiz isso, o pai dele fez, os tios dele fizeram. É normal homens se aliviarem. E emendei dizendo 'vou pro meu quarto, termine sua punheta aí tranquilo'. Ele terminou, foi ao meu quarto me agradecer, e lá estava eu, socando punheta. Sem graça, mas agi naturalmente 'viu, agora você que me flagrou'. 'o senhor ainda toca punheta vô?'. E uma voz respondeu, para nossa surpresa 'todos os dias'. Meu filho caçula havia chegado, não vimos. Ele olhou para seu filho e disse 'seu avô, eu e seus tios tocamos punheta todos os dias, e você pode tocar também'. Ao terminar, ele foi para o seu quarto e, com a porta aberta, punhetou seu pau. E eu percebi que naquela casa não havia mais 4 homens, e sim 5. E hoje todos os dias nossa casa recebe, no mínimo, 5 punhetas, 1 de cada morador. As vezes mais. Meu filho caçula é o mais viciado, mas o neto já está treinado no edging. Fica 6 horas socando, falou que vai me ensinar, mas não tenho mais idade pra isso. Mulher? Sabemos que nenhum dos 5 terá."