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CONHECENDO OS MASTURBADORES

Essa é uma pesquisa para que possamos nos conhecer um pouco mais, saber mais sobre nossa irmandade de masturbadores. Prometo estar sempre co...

quinta-feira, 17 de março de 2022

PROUDBATOR

Bater uma com o neozelandês Proudbator é uma das coisas que ainda quero realizar. Um baita jato de porra que sai dessa pica!

 










segunda-feira, 14 de março de 2022

GATILHO PRA PUNHETA: PAU DURO

Não adianta, 10 em cada 10 homens tem gatilho pra punheta ao ver um pau duro. O pau duro indica virilidade, tesão, prazer. Seja homossexual, heterossexual, bissexual, solossexual ou qualquer outra definição, quando um homem vê um pau duro o pau dele logo indica que ficará duro também, e mesmo tendo possibilidades de sexo, ele dará preferência a bater uma punheta, porque todos nós homens somos, antes de qualquer coisa, punheteiros. Então meu amigo, olha esses paus duros aí e vá bater uma punheta!















SACRAMENTOS FALICISTAS 2: A PRECUMFIRMAÇÃO

Uma vez que o homem converte-se ao falicismo, o desejo de seguir seus sacramentos torna-se maior. Ao contrário do que fora na Antiguidade e que muita gente pensa nos dias de hoje, o falicismo não é visto com um viés religioso (embora algumas vezes ainda possa ser), mas sim com viés filosófico. O homem falicista, ao contrário do falocentrista, não é um homem machista, e sim um homem que enxerga no pênis uma figura a ser cultuada. Aliás, todo homem é falicista em um certo nível. Mas vamos falar daqueles que assumiram o falicismo como uma filosofia de vida. Após passar pelo batismo (veja aqui) o homem é iniciado e passa a fazer parte da Ordem Fálica. Muitos homens optam por serem batizados diversas vezes, o que é permitido, já outros sentem a necessidade de avançar por outros sacramentos. O segundo sacramento falicista é a precumfirmação, que vem de precum, também conhecido por pré-semen ou pré-ejaculado, ou simplesmente a baba do pênis. O homem a passar por este sacramento chama-se precumfirmando, e somente um outro homem previamente precumfirmado pode atuar como sacerdote neste sacramento, ou seja, a auto-precumfirmação não é possível. Nu, o precumfirmando ajoelha-se, e o sacerdote, também nu, se aproxima, de pé. A frente do precumfirmando, o sacerdote manipula seu pênis lentamente, apenas para excitá-lo, de forma que ele comece a produzir baba. Quando a baba começar a aparecer na ponta da cabeça do pênis, o sacerdote então oferece "aceita o caldo deste pau babão?", o precumfirmando deve aceitar, e então o sacerdote lhe dá a baba. A entrega pode ser de duas formas: com os dedos o sacerdote recolhe a baba e passa nos lábios do precumfirmando, ou o próprio precumfirmando retira a baba da cabeça do pênis do sacerdote com a língua. Caso o precumfirmando também produza baba, pode oferecê-la ao sacerdote para que ele retire com as mãos. Feito isso, o sacerdote provoca a produção de mais baba e com os dedos esfrega sobre a cabeça do pênis do precumfirmando. Com a cabeça do pênis lubrificada pela baba, o precumfirmando é então masturbado pelo sacerdote, que seguirá com o rito até que esperma seja extraído. Após gozar, o sacerdote diz a ele que, a partir daquele momento, ele deixa de ser um precumfirmando e torna-se um homem precumfirmado. O ritual está concluído e caso deseje gozar, o sacerdote pode fazer isso com a ajuda do mais novo precumfirmado da Ordem. Agora, este homem pode ser sacerdote de outros homens, cedendo-lhes a baba de seu pênis para precumfirmá-los. Este não é um sacramento obrigatório dentro do falicismo (ao contrário do batismo), logo homens que não se sintam a vontade de fazê-lo podem fazer os outros sacramentos sem nenhuma objeção. Apesar do contato não ter viés sexual, alguns homens evitam a precumfirmação ou por serem heterossexuais ou por não quererem contato físico com outros homens. É perfeitamente entendível, porém o ato de aceitar a baba de outro pênis é uma das formas mais genuínas de adoração ao falo, e todo homem deveria encarar a situação como se fosse a baba de Phallus, o falo de Príapo. Pode-se experimentar da própria baba como um processo de preparação. 

Texto adaptado de 'The Bible of Cock', volume 2












segunda-feira, 7 de março de 2022

MASTURBE-SE

Vá cara, seu pau está duro! 
Não perca tempo, entregue-se a ele!
Coloque suas mãos por dentro de suas calças e sinta seu pau duro!
Esfregue sua cabeça babona, leve as mãos ao rosto e sinta o cheiro do seu membro viril!
Inebrie-se com sua piroca! Leve a ponta dos dedos a boca e sinta o gosto do seu caralho!
Massageie suas bolas, ajude-as a juntar mais e mais leite!
Agarre com firmeza seu membro, sinta em suas mãos cada pedaço da sua rola!
"Mas não é possível masturbar agora!" Sim, é!
Você não precisa estar nu subindo e descendo suas mãos por seu pênis duro para estar se masturbando. Você só precisa do seu pênis, somente dele.
Deixe que seu pênis te comande, esfregue-o por cima das calças, pulse-o por dentro de suas vestimentas.
Sinta seu caralho duro, rígido. Com aquela coçadinha marota que todo homem sabe, impregne suas mãos com o cheiro dele, seu pau, e passe por sua roupa, seu rosto, seu corpo. Exale o cheiro de sua pica!
Sim, você está se masturbando, masturbando com a mente! Sua mente e seu pênis tornam-se um só. Passe o dia com pensamentos em seu caralho duro. E ao chegar em casa, ficar só, tire suas roupas, segure seu pênis e...

MASTURBE-SE!!!








sexta-feira, 4 de março de 2022

RELATO DO SEGUIDOR: MASTURBADOR 'NULO'

"Sou da Paraíba e há tempos tenho vontade de lhe escrever. É bem delicado pra mim, mas resolvi criar coragem e compartilhar um pouco da minha vida aqui. Quando pequeno tive um problema que precisei retirar o testículo esquerdo. Isso não afetaria muito minha vida sexual, pois com apenas um testículo eu poderia produzir testosterona, mesmo que em um nível um pouco abaixo do normal. Esteticamente não me incomodava, pois me acostumei ser daquele jeito. Veio a puberdade e as famosas punhetas, e como era de se esperar, eu era um baita de um punheteiro. Até que aos 16 anos um outro problema, na verdade a repetição do antigo problema, um tumor me fez perder o outro testículo. Eu era um jovem ainda virgem, e me deparei com a notícia que teria minha libido muito diminuída, bem como as ereções seriam raras. Meu mundo caiu ali, eu que batia punheta os dias talvez não ficasse mais de pau duro, e nem experimentaria sexo com alguém. Foi doloroso, fiz tratamento psicológico, entrei em depressão, foi horrível, até que depois de alguns meses senti uma pequena ereção. Meu pau estava duro, mesmo sem eu estar com algum desejo. Aproveitei para masturbá-lo e, para minha surpresa, consegui gozar (só depois de alguns tempo o urologista me explicou que o esperma era produzido na próstata). Aquilo foi um baita alívio, pois percebi que eu não precisava ter desejo sexual para fazer o que eu gostava, bater minha punheta. E voltei a me punhetar, as vezes era bem demorado, pois ficava bastante tempo para o pau ficar duro, mas eu não ligava, considerava uma vitória poder bater uma. Mas não me sentia completo, precisava fazer sexo, perder a virgindade. Pensei em fazer sexo com um homem, dando pra ele, mas não era o que eu queria, na verdade sempre gostei de mulher. Então, aos 21 anos, comecei um tratamento com o urologista para, mesmo que não tivesse um aumento da libido, eu conseguisse manter uma ereção para ter uma relação. Foram mais 1 ano e meio para que eu conseguisse uma parceira e fizesse sexo com ela. Bom, o tratamento adiantou, consegui manter a ereção, mas não consegui gozar. Mas tudo bem, uma coisa de cada vez, eu ia me preparar melhor para a próxima vez. E a próxima vez nunca aconteceu, e não aconteceu porque o que eu tinha na verdade era curiosidade, mas a punheta pra mim sempre foi suficiente. Decidi continuar com tratamentos hormonais não para ter uma vida sexual ativa, mas sim para não ter problemas de ereção e continuar me masturbando todos os dias. Desde então passaram 13 anos, e continuo me masturbando todos os dias. Meus amigos não sabem que sou 'nulo', mas sabem que me masturbo muito, tanto que me chamam de Zé Punheta, e faço questão de dizer a eles que me masturbo mesmo, e que eles deveriam experimentar se masturbar da forma que faço também (não falei aqui mas, como demorava pra ficar de pau duro, me acostumei a ficar horas punhetando). No medo de me tornar assexuado, me descobri um solossexual, e com isso aceitei minha condição de nulo, um nulo masturbador (nulo é como os eunucos eram chamados). Ainda não tenho coragem de contar isso pra ninguém cara a cara, qualquer pessoa que me vê, exceto meus pais, o urologista com quem faço tratamento e a mulher que eu comi, enxergam que sou um homem como outro qualquer. Nunca nem falei sobre isso, é a primeira vez que falo sobre o assunto, pois entendi que os masturbadores na verdade são irmãos, e com certeza eu não seria julgado, pelo contrário, encontraria acolhimento."

Relato enviado por Zé Punheta, o masturbador nulo - Campina Grande, Paraíba



quinta-feira, 3 de março de 2022

O BATISMO FALICISTA

O masturbador falicista, aquele que se masturba por adoração, muitas vezes segue alguns ritos fálicos. Dentre eles há o rito iniciador, ou batismo. Segundo o livro Bible of Cock, volume 2 (ou simplesmente a bíblia do caralho), apesar de ser um rito iniciador ao falicismo, o batismo fálico pode ser realizado sempre que um homem sentir necessidade. Pode ser realizado de duas maneiras: o auto batismo e o batismo verdadeiro. Ao contrário do que pode parecer, o auto batismo não é um batismo falso.

O auto batismo, como o nome sugere, é realizado pelo próprio homem. Nele, o homem se entende como falicista, e como representante legítimo de Phallus concede a si próprio o batismo fálico, que deve ocorrer preferencialmente pela manhã. Nele, o homem fica nu ao acordar e mija sobre o próprio corpo, inundando barriga, pernas, rosto com a primeira urina do dia. Com o corpo tomado pelo líquido dourado de seu falo, espera este secar naturalmente e começa a se masturbar. A masturbação pode ser em edge ou não, porém, durante todo o processo, o pensamento deve estar voltado exclusivamente ao próprio pênis, lembre-se, o batismo fálico é um rito iniciador de adoração ao pênis. Além disso não deve ser um processo rápido, deve durar ao menos 30 minutos a adoração fálica, e é preciso gozar ao final. Deve gozar sobre o próprio corpo banhado em urina, e com as mãos espalhar o esperma que seu pênis lhe cedeu. Após, com o corpo banhado por urina e esperma, acaricie seu pênis por alguns minutos até que fique mole, e preencha seus pensamentos com a imagem de vários pênis jorrando sobre você. Pronto, você está auto batizado por seu falo. Caso não seja possível fazer com a primeira urina do dia, faça em outro horário, mas certifique-se da urina estar amarela.

O batismo verdadeiro é semelhante, porém é realizado por um outro homem, já iniciado anteriormente no falicismo (ou seja, não pode ser um homem não batizado). Aqui, o batizado ajoelha-se enquanto o sacerdote urina sobre ele, começando por sua cabeça e inundando todo o seu corpo. Enquanto a urina seca sobre seu corpo, o batizado e o sacerdote se masturbam. É o sacerdote quem dita o ritmo da masturbação. Assim como no auto batismo, o processo deve ser de adoração fálica, e seu pensamento deve estar o tempo todo em seu falo e no falo sacerdotal. O sacerdote é o primeiro a gozar, banhando o batizado com seu esperma, e somente depois o batizado deve-se banhar com a própria ejaculação. Caso ache necessário, o sacerdote pode, ele mesmo, masturbar o batizado até que ele goze sobre si mesmo. Segurando o próprio pênis, admire o pênis do sacerdote, que agora é seu padrinho fálico.

O batismo fálico pode ser realizado sempre que necessário, porém urinar sobre o próprio corpo ou de outro e ejacular após não quer dizer que trata-se de um batismo, que é um rito de adoração e o primeiro sacramento dos falicistas. Através dele, entramos em conexão constante com Phallus. 









quarta-feira, 2 de março de 2022

O HOMEM FÁLICO

O homem em conexão com seu pênis é um homem completo. Ele não precisa de outros parceiros sexuais, quando os tem é por opção, pois em seu pênis ele encontra todo o prazer que almeja. Ele tem domínio sob seu pênis duro, e ao mesmo tempo é dominado por ele. Seu pênis é seu gatilho, seu pênis é seu prazer. Um homem em conexão com o próprio pênis é um ser fálico, que enxerga em seu membro muito mais que um órgão de prazer, mas enxerga nele possibilidades. O homem fálico enxerga em seu pênis a felicidade, a força de vontade, a vida. Um homem fálico enxerga em seu pênis a vida, e assim vive pra ele, homem e pênis se tornando um só. O homem fálico sente seu pênis duro e, ao invés de escondê-lo ou desviar seus pensamentos, age naturalmente, faz até um carinho nele se for possível, e com a força da mente diz a ele que logo logo terão seu momento. O homem fálico vive normalmente, tem sua rotina, seus fazeres, mas entende que masturbar-se é tão importante quanto qualquer outra atividade diária, e encaixa a masturbação em sua rotina. O homem fálico pensa em seu próprio pênis e logo o sente duro, ereto, pois nada nem ninguém é capaz de dá-lo mais prazer que seu membro. O homem fálico é tão conectado a seu pênis que entende que, dentre tantas maravilhas, o pênis ainda é capaz de lhe dar prazer. Sim, o homem fálico ama, acima de tudo, seu pênis, e enxerga em outros pênis a conexão que ele tem com seu dono. O homem fálico é antes de mais nada um adorador de pênis, e isso nada tem a ver com orientação sexual, e sim com adoração. O homem fálico é a mais perfeita personificação de Phallus. O homem fálico é, simplesmente, seu pênis.