Bater uma com o neozelandês Proudbator é uma das coisas que ainda quero realizar. Um baita jato de porra que sai dessa pica!
Essa é uma pesquisa para que possamos nos conhecer um pouco mais, saber mais sobre nossa irmandade de masturbadores. Prometo estar sempre co...
Bater uma com o neozelandês Proudbator é uma das coisas que ainda quero realizar. Um baita jato de porra que sai dessa pica!
Não adianta, 10 em cada 10 homens tem gatilho pra punheta ao ver um pau duro. O pau duro indica virilidade, tesão, prazer. Seja homossexual, heterossexual, bissexual, solossexual ou qualquer outra definição, quando um homem vê um pau duro o pau dele logo indica que ficará duro também, e mesmo tendo possibilidades de sexo, ele dará preferência a bater uma punheta, porque todos nós homens somos, antes de qualquer coisa, punheteiros. Então meu amigo, olha esses paus duros aí e vá bater uma punheta!
O masturbador falicista, aquele que se masturba por adoração, muitas vezes segue alguns ritos fálicos. Dentre eles há o rito iniciador, ou batismo. Segundo o livro Bible of Cock, volume 2 (ou simplesmente a bíblia do caralho), apesar de ser um rito iniciador ao falicismo, o batismo fálico pode ser realizado sempre que um homem sentir necessidade. Pode ser realizado de duas maneiras: o auto batismo e o batismo verdadeiro. Ao contrário do que pode parecer, o auto batismo não é um batismo falso.
O auto batismo, como o nome sugere, é realizado pelo próprio homem. Nele, o homem se entende como falicista, e como representante legítimo de Phallus concede a si próprio o batismo fálico, que deve ocorrer preferencialmente pela manhã. Nele, o homem fica nu ao acordar e mija sobre o próprio corpo, inundando barriga, pernas, rosto com a primeira urina do dia. Com o corpo tomado pelo líquido dourado de seu falo, espera este secar naturalmente e começa a se masturbar. A masturbação pode ser em edge ou não, porém, durante todo o processo, o pensamento deve estar voltado exclusivamente ao próprio pênis, lembre-se, o batismo fálico é um rito iniciador de adoração ao pênis. Além disso não deve ser um processo rápido, deve durar ao menos 30 minutos a adoração fálica, e é preciso gozar ao final. Deve gozar sobre o próprio corpo banhado em urina, e com as mãos espalhar o esperma que seu pênis lhe cedeu. Após, com o corpo banhado por urina e esperma, acaricie seu pênis por alguns minutos até que fique mole, e preencha seus pensamentos com a imagem de vários pênis jorrando sobre você. Pronto, você está auto batizado por seu falo. Caso não seja possível fazer com a primeira urina do dia, faça em outro horário, mas certifique-se da urina estar amarela.
O batismo verdadeiro é semelhante, porém é realizado por um outro homem, já iniciado anteriormente no falicismo (ou seja, não pode ser um homem não batizado). Aqui, o batizado ajoelha-se enquanto o sacerdote urina sobre ele, começando por sua cabeça e inundando todo o seu corpo. Enquanto a urina seca sobre seu corpo, o batizado e o sacerdote se masturbam. É o sacerdote quem dita o ritmo da masturbação. Assim como no auto batismo, o processo deve ser de adoração fálica, e seu pensamento deve estar o tempo todo em seu falo e no falo sacerdotal. O sacerdote é o primeiro a gozar, banhando o batizado com seu esperma, e somente depois o batizado deve-se banhar com a própria ejaculação. Caso ache necessário, o sacerdote pode, ele mesmo, masturbar o batizado até que ele goze sobre si mesmo. Segurando o próprio pênis, admire o pênis do sacerdote, que agora é seu padrinho fálico.
O batismo fálico pode ser realizado sempre que necessário, porém urinar sobre o próprio corpo ou de outro e ejacular após não quer dizer que trata-se de um batismo, que é um rito de adoração e o primeiro sacramento dos falicistas. Através dele, entramos em conexão constante com Phallus.
O homem em conexão com seu pênis é um homem completo. Ele não precisa de outros parceiros sexuais, quando os tem é por opção, pois em seu pênis ele encontra todo o prazer que almeja. Ele tem domínio sob seu pênis duro, e ao mesmo tempo é dominado por ele. Seu pênis é seu gatilho, seu pênis é seu prazer. Um homem em conexão com o próprio pênis é um ser fálico, que enxerga em seu membro muito mais que um órgão de prazer, mas enxerga nele possibilidades. O homem fálico enxerga em seu pênis a felicidade, a força de vontade, a vida. Um homem fálico enxerga em seu pênis a vida, e assim vive pra ele, homem e pênis se tornando um só. O homem fálico sente seu pênis duro e, ao invés de escondê-lo ou desviar seus pensamentos, age naturalmente, faz até um carinho nele se for possível, e com a força da mente diz a ele que logo logo terão seu momento. O homem fálico vive normalmente, tem sua rotina, seus fazeres, mas entende que masturbar-se é tão importante quanto qualquer outra atividade diária, e encaixa a masturbação em sua rotina. O homem fálico pensa em seu próprio pênis e logo o sente duro, ereto, pois nada nem ninguém é capaz de dá-lo mais prazer que seu membro. O homem fálico é tão conectado a seu pênis que entende que, dentre tantas maravilhas, o pênis ainda é capaz de lhe dar prazer. Sim, o homem fálico ama, acima de tudo, seu pênis, e enxerga em outros pênis a conexão que ele tem com seu dono. O homem fálico é antes de mais nada um adorador de pênis, e isso nada tem a ver com orientação sexual, e sim com adoração. O homem fálico é a mais perfeita personificação de Phallus. O homem fálico é, simplesmente, seu pênis.